DanMachi II #02 – Impressões Semanais | Bater ou correr em Orario!

Uma perseguição frenética logo no episódio dois, é para isso que eu pago internet. Com um nível de ação interessante para deixar qualquer pessoa ansiosa roendo as unhas, a segunda temporada de DanMachi apresentou um episódio com perseguições dignas de grandes filmes de ação estrelados por Tom Cruise, Jackie Chan, enfim, por toda essa galera da pesada. 

Família Apollo, apenas dois episódios, mas um ranço imenso! ~~

E o mais interessante disso foi o modo de condução dessa imensa sequência de perseguição, aqui, pudemos ver que o Hideki Tachibana, o diretor, realmente é um cara proveniente de obras de ação. Toda a tensão do Bell e do pessoal ligado a ele foi muito bem passada, foi realmente mostrada, não foi omitida. Uma direção mais preguiçosa poderia muito bem ter feito o Bell se esconder depois do primeiro ataque e fazer uma transição rápida já para a declaração da Hestia, ponto positivo demais para o Hideki ter mantido toda a tensão.  

Como dito no parágrafo acima, o pessoal ligado ao Bell já começou a se mover também, inclusive, ela, a magnânima deusa desse anime, Ryuu, que apareceu por alguns segundos, sem falas, mas com uma expressão de poucos amigos (prevejo uma grande ajuda aí). Porém, não só ela, como Mikoto, Aiz, Welf, Lili, toda essa galera se mobilizou, dentro de suas possibilidades, para fazer alguma coisa pelo protagonista. 

Mikoto já chega assim, cortando os inimigos… Mikoto, que mulher! Elder Tier God demais! ❣❤

Não podemos esquecer da Naaza que salvou o Bell da morte também!

Inclusive, já tivemos um drama paralelo envolvendo a Lilisuke e a família Soma; uma trama secundária para ocupar o Welf e a Hestia enquanto o Bell treina, gostei disso, pois você divide os núcleos e não precisa deixar esses personagens de lado por alguns episódios. 

Agora, uma coisa que eu achei realmente bizarra foi a motivação do Apollo, basicamente, se eu não entendi errado, o cara é um shotacon/lolicon, é… sem palavras quanto a isso. 

A prova para o FBI prender esse bastardo!

O auge do episódio talvez tenha sido a declaração da Hestia, e eu vou falar sobre isso sem “clubismo”, tem que ser justo hehe. Não sei o que a personagem pensou, se foi pelo momento de sufoco, se foi pela iminência de desespero, mas aquela declaração justo naquele momento de aperto não jogou a favor da deusa. Afinal, o Bell tava mais preocupado em sobreviver naquela hora, a resposta dele? Não foi uma das mais positivas. 

“Eu amo a Aiz!”

Me lembrou bastante a situação do Subaru com a Rem em Re:Zero, claro, nem se compara, pois a declaração da Rem foi durante um episódio inteiro (e a da Hestia só alguns minutos), mas a reação de Bell e Subaru estão pareadas, tanto pela absorção dos sentimentos alheios, tanto pela resposta. Me admirou o Bell não soltar um “eu amo a Aiz”. 

A frustração amorosa da Hestia levou ela a aceitar o War Game, e agora sim a gente vai ver o “pau quebrar”. Mas antes, aparentemente, teremos um arco de treinamento nas muralhas com a Aiz novamente, e o Bell precisa ficar mais forte mesmo, pois não aguento mais ver ele apanhando para aquele cara insuportável de level 3 da família Apollo. 

Em linhas gerais, foi um episódio bom, apesar da motivação do Apollo não ser a das mais convincentes, o anime não deixa de ser um entretenimento divertido por isso. Meu destaque, mais uma vez, fica para o ótimo trabalho de Hideki Tachibana, que trouxe uma perseguição que me fez relembrar de clássicos como “Encontro Explosivo” e “Bater ou Correr em Londres”. 

Nota do Redator para o episódio: 4.25/5 

Extras: 

Também acho errado, Aiz-tan!

Essa família Soma não larga do pé ~

É isso meus parceiros, vocês tão f*didos!

Nessa cena, percebemos que o Bell usou aquele hack do GTA San Andreas que permitia o CJ dar aqueles pulos por cima das casas hahaha.

Ela voltou!! ❣❤

Obs: a partir do próximo episódio, vou tentar lançar as análises aos sábados, peço desculpas pela demora! \o

Breno Santos

Estudante, 21 anos, amante de astronomia, café e cultura otaku no geral; além disso, é fascinado por cinema e pelo trabalho executado por uma staff de animação.