Tensei Shitara Slime Datta Ken #15 – Impressões Semanais

O episódio dessa semana foi demarcado por parcerias entre várias raças; e a consolidação da cidade do Rimuru.

Shion usa Tresemme perfeitamente desarrumado hahah

Primeiramente, vou fazer meu acréscimo sobre a nova opening. Achei bacana, porém, a primeira tinha umas sequências bem mais fluídas frente à essa. Quanto a ending, gostei da música. Entretanto, de longe, o que mais aprecio é que a Shizu sempre está presente na abertura e no encerramento; mesmo após seu trágico fim.

O episódio foi bem lento. Após os eventos dos últimos episódios, era de se esperar que isso fosse acontecer. Todavia, apesar da lentidão, as ocorrências foram importantes. A aliança da Floresta de Jura foi formada; era questão de tempo até que isso acontecesse.

Minhas desconfianças quanto a dríade, firmadas em análises passadas, se dissolveram de vez após ela dar o título de “líder da aliança” para o slime. Será uma forte aliada; principalmente no que diz respeito à inteligência.

Outro ponto bom, foi a redenção dos orcs e todos começando a conviver de uma forma pacífica; pelo menos por hora. Vale ressaltar que, apesar dos atos deles, os porcões eram apenas peões no tabuleiro do Gelmud. Não tinha porquê dar fim a uma raça com 150 mil componentes.

Os porcões, em linhas gerais, se deram muito bem. Afinal, ganharam um lar, um emprego e, finalmente, a questão da fome conseguiu ser resolvida. Por outro lado, quem se deu mal nesse episódio, foi o Gabiru – exilado dos lizard men. Vai ser interessante vê-lo como andarilho, porém, acho que, muito provavelmente, ele acabe indo para à nação do Slime.

Pudemos vislumbrar, mais uma vez, a inteligência e os conhecimentos que o slime adquiriu enquanto ainda era um humano, uma vez que, ele era um empreiteiro. Pasmei com a velocidade que eles estruturam a cidade, 50 anos em 5 de Juscelino Kubitschek aplicado com sucesso.

Enquanto o slime construía a sua cidade, dois lados se moviam. Tanto Gazel, aquele rei lá do episódio cinco, tanto o chefe do Gelmud. Finalmente tivemos um vislumbre dele; e o interesse em como o Rimuru está se movendo gerará os problemas subsequentes.

Quanto a Gazel, ele quis saber quem o Rimuru era de verdade. Só achei meio sem lógica ele levar todos aqueles guerreiros para a nação do slime. A luta foi rápida – como sempre. As lutas em slime vêm sendo assim; rápidas em conclusão; lentas em movimentação. Porém, gostei bastante de alguns cortes.

A cena em que o Rimuru para a espada de Gazel se destaca. Principalmente, a movimentação de seu rosto para saber de onde o golpe viria. A aliança ainda me gera desconfianças, não sei se as intenções desse rei são boas ou não. Pelo menos para mim, ele não inspira confiança alguma.

Rimuru continua evoluindo cada vez mais em suas técnicas de espada!

Semana que vem, uma personagem aguardada por muitos (inclusive por esse que vos fala) aparecerá. Milim Nava! Eu não conheço sobre a história em si, pois ainda não olhei o mangá, mas o character design dela me chamou à atenção desde a ending 1.

Em suma, episódio padrão. A formação das alianças foi importante para a progressão da história. Não vejo como desperdício de tempo. Agora, é esperar por futuros embates.

Nota: na análise passada, acabei não respondendo aos comentários, como sempre faço, sorry! Acabei atarefado demais, mas nessa regresso as respostas.

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E você, que nota daria ao episódio?

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Extras:

Aquaman Gabiru saiu no lucro ainda com seu tridente
Rimuru Shodaime e a fundação de Konoha
Madara Gazel contra Shodaime Rimuru no Vale do fim

Breno Santos

Estudante de química, 20 anos, amante de café e da cultura otaku no geral. Além disso, é fascinado por cinema e pelo trabalho executado por uma staff de animação.