Impressões semanais: Girls und Panzer 11 – Companheirismo e estratégia em ação. Ideais que se contrapõem na linha de frente!

-Eu simplesmente não sei o que dizer


-Esse post será dividido em duas partes. A primeira é a impressão sobre o episódio em si, e a segunda são as informações adicionais sobre todos os tanques mostrados no episódio. Antes de tudo, alguns avisos:


-Atenção, se você é um entusiasta de segunda guerra/tanques, joga world of tanks, serviu no exército, leu os livros do Guderian/Otto Carius ou coisa do tipo, sinta-se livre para corrigir quaisquer informações que por ventura estiverem inacuradas. Seria de muito valia a mim a opinião de alguém mais experiente, visto que ainda estou aprendendo e pretendo me especializar mais no assunto.

-“Armadura”=”blindagem”=”espessura”. Eu usei essas três palavras na seção de tanques para não ficar muito repetitivo. As três se referem à camada de aço existente entre a parte interior e exterior do tanque. “Penetração”, “perfuração” e “atravessar a armadura” se referem a quantos mm de aço os projéteis AP de um canhão (armour piercing ou perfurador de armadura) conseguem penetrar na armadura de outros tanques.


Impressões


-Após uma longa espera de mais de 2 meses, o episódio 11 de Girls und Panzer finalmente veio a público! Um anime da temporada de outono que desacreditou muitos fãs em razão de sua premissa e surpreendeu muitos outros que o assistiram além do primeiro episódio. Girls und Panzer é uma jóia rara que elevou o Moe a níveis nunca vistos na história da animação. Esqueçam a Kyoani, esqueçam os harems e os animes que retratam a cultura pop/idol. Deseja aproveitar o entretenimento na sua forma mais simples e pura, sem nenhuma pretensão ou discurso filosófico? Então, meu amigo, este anime é para você. Mas chega de embromação e vamos ao episódio.

-A batalha contra Kuromorimine mal começou e o time Oarai já perdeu um tanque, o Type 3, que foi atingido na traseira por um projétil do Tiger II, armado com um dos canhões mais poderosos do time, junto do Elefant e do Jagdpanther (que compartilha o mesmo canhão). De certa forma, é meio desapontador ver uma equipe estreante ser desclassificada logo de início, mas  é de Girls und Panzer que estamos falando, logo essas coisas podem e vão acontecer, mesmo que a única função narrativa seja aliviar um pouco a tensão e nos brindar com o bom humor e a falta de noção característicos da série. É uma pena que as personagens do time Tamanduá tenham feito sua primeira aparição no episódio 9, mas eu aposto em uma segunda temporada para redimir a falta de enfoque em alguns times.


-Excelente decisão por parte da Miho de usar lançadores de fumaça. Elas estavam em campo aberto e não havia praticamente nenhum outro meio de evitar o fogo pesado que vinha por trás. Qualquer projétil lançado por um dos Tigers II ou o Tiger I na frente se provaria letal nessa situação. Maho contra-atacou com projéteis HE (High explosive) para dissipar a cortina de fumaça. Esse tipo de projétil é mais recomendado para longas distâncias, ao contrário do projétil AP (armour piercing), cuja penetração é inversamente proporcional à distância do alvo (as chances de ricochetear também são menores).

-Não me perguntem como elas tiveram tempo de amarrar essas cordas no Porsche Tiger, tampouco se algum dia estratégia parecida foi empregada em alguma frente de guerra. Deixando os detalhes irrelevantes de lado, faz sentido na teoria. Comparativamente, o Stug III pesa 24 toneladas, O Panzer IV 25 e o M3 Lee 27. Já o Porsche Tiger pesa 59 toneladas. Quem quiser tente fazer a conta e calcular a resultante dos vetores para averiguar se procede. 

Oi pessoal, como vai a vida?
-Anzu como sempre exibindo suas habilidades de atiradora, com Momo carregando a munição. O conselho estudantil foi ganhando importância e acabou por ser tornar o time coringa da Oarai. Essa também é a melhor posição se considerarmos o ponto fraco do Hetzer. Não é um tanque muito bom para sair andando livremente entre as linhas inimigas. E para nossa descrença, foi exatamente o que essas malucas fizeram. O excesso de Tank destroyers (Jagdpanzer) da escola Kuromorimine constitui um desequilíbrio. Por um lado, seus canhões e armadura são de primeira linha. Por outro, são pesados e difíceis de manobrar, ainda mais em encostas de terreno rochoso. Elas entraram em pânico e saíram de formação, deixando os flancos expostos para o inimigo. Quando se reagruparam era tarde demais. Dois Jagdpanzer IV tentaram interceptar, mas devido ao ângulo desfavorável, os projéteis ricochetearam no Porsche Tiger (que entrou na frente exatamente por ter a melhor blindagem). A mesma tática havia sido utilizada por Maho alguns minutos antes, quando o Jagdtiger (que tem uma blindagem monstruosa) foi usado como escudo para encabeçar o avanço do pelotão.


-Essa cena destaca um dos pontos mais fortes de Girls und Panzer: o ideal. Em nenhum momento o anime se deixa de discorrer sobre a sua mensagem central. A direção sabe exatamente o momento certo para criar tensão, assim como para dissolvê-la, e o flashback da Miho se intercala vividamente com a situação de modo a resgatar toda a amargura e incerteza que a assombram desde aquele dia fatídico em que resolveu abdicar da vitória e salvar a vida de suas companheiras. Meu coração virou gelatina na cena em que a Saori traz a Miho de volta para a realidade e diz que está tudo bem em ajudar suas amigas. Foi épico ver a Miho amarrando uma corda na cintura e pulando de tanque em tanque (e quebrando alguns recordes de salto em distância no processo) até chegar no M3 Lee. Não importa o que ela faça, está sempre subindo no meu conceito.


-Era absurdamente rotineira a alocação de pontos estratégicos em pontes durante a segunda guerra mundial. Estas eram essenciais para o transporte de toda a infantaria, artilharia, e cavalaria (tanques, no caso). Um rio é um obstáculo natural para o avanço de um exército, logo assegurar as pontes é essencial para defender seu território sem precisar despachar tropas para patrulhar toda a fronteira. Um exemplo clássico é a operação Market Garden, a maior operação de tropas pára-quedistas (Airborne) da história. Esta foi conduzida por 4 batalhões diferentes, e o objetivo era transpor o Reno se apossando de vários pontos estratégicos dispostos ao longo da estrada até Arnhem, a última cidade que impedia o avanço das tropas aliadas até a Alemanha. O plano falhou por diversos motivos, sobre os quais irei discorrer na resenha completa de Girls und Panzer.

-Sim, eu sei o que vocês pensaram nessa cena. “É uma armadilha, não vão atrás dele”! Não vou entrar muito nesses méritos, pois já li outra discussão sobre isso, e há alguns motivos válidos para elas não terem pensado na possibilidade de uma emboscada. O que importa nessa cena é o que vem a seguir.

Like a boss
-É ele! O Final Boss do anime, o grande, imponente, implacável, invencível e monstruoso Maus. Apenas 2 deles foram construídos, e não há provas conclusivas de que algum dia se engajaram em combate. Posteriormente, os protótipos foram capturados pelos soviéticos (um deles estava incompleto, o que levou o comandante das forças armadas soviéticas a ordenar que a torre do segundo fosse implantada no primeiro). Os soviéticos fizeram alguns testes e enfim o mandaram para o museu de Kubinka, onde permanece em exibição até hoje (aceito doações de bilhetes aéreos). O principal entrave do Maus era a incapacidade de cruzar pontes pelo seu peso (188 toneladas). Os alemães idealizaram um sistema que permitiria o protótipo V1 atravessar o fundo do rio com o auxílio do protótipo V2, mas este nunca chegou a ser efetivado. Esse monstro tem mais de 200mm de armadura em todos os lados e um canhão de 128mm, que a 1000 metros penetra pouco mais de 200mm. Dá pra imaginar a 100 metros? As chances de o Maus ser destruído são inexistentes. A única possibilidade de ele ser incapacitado seria por problemas mecânicos. Mas é difícil definir exatamente o que seria, pois é claro que os resultados relativos aos testes efetuados não estão disponíveis no Google.
-E esse foi o melhor Cliffhanger em que poderiam ter pensado. Foi eficiente, foi interessante e foi impactante. Eu não sei quanto a você, mas eu estou doido pra ver o próximo episódio. Agora vamos para a parte 2.

Formação dos times

Escola Oarai

Time tartaruga-Hetzer (Tank Destroyer)

-O Hetzer (Jagdpanzer 38(t)) é uma versão modificada do tanque checo Panzer 38(t), tendo como base o seu chassi. A modificação foi efetuada com o intuito de aumentar o seu poder de fogo, visto que o canhão do Panzer 38(t) é o Skoda A7 com seu calibre de 37mm. Para se ter uma idéia da gravidade do problema, consideremos o Tiger I, um dos tanques mais conhecidas da Alemanha nazista. Sua armadura de torre é de 100mm, e de acordo com os dados, o canhão calibre 37 nos melhores casos (com a munição de tungstênio a 100 metros de distância) só era capaz de penetrar 64mm de armadura. O Hetzer, por outro lado, possui um canhão de 7.5cm (7.5 cm PaK 39) capaz de penetrar até 91mm a 500m de distância do alvo. Seu ponto fraco são suas laterais, com apenas 20mm de armadura, logo é conveniente que ele sempre se posicione de frente para o inimigo.

Time hipopótamo-Stug III (Tank Destroyer)

-Sturmgeschütz III (em uma tradução liberal, Assault gun ou arma de assalto, apesar de a tradução mais fiel ser “Proteção (geschütz) contra tempestade (sturm)) é um tanque alemão utilizado em todas as frentes de batalha. O Stug tem várias versões, mas a utilizada pelo time hipopótamo é o StuG III Ausf. F, cujo canhão principal é o 7.5 cm KwK 40 L/43, capaz de penetrar 91mm de armadura a 500m e 99mm a 100 metros do alvo. Ele tem o maior poder do fogo da escola Oarai, mas tem um ponto fraco. Sua torre não é móvel, logo são necessários um bom atirador e uma boa mira. Por outro lado, ele possui uma silhueta baixa, que o possibilita ficar fora da linha de visão do oponente em certas situações.

Time pato-Type 89B I-Go Otsu (tanque médio)

-O Type 89 é um tanque japonês que foi muito efetivo nas campanhas na China e na Manchúria, visto que os tempos que o exército revolucionário chinês contava apenas com tanques obsoletos e tanquetes. É um tanque médio de suporte a infantaria, sendo inadequado para combates contra a maioria dos tanques soviéticos, alemães e americanos. A única vantagem do Type 89B é seu motor a diesel. O poder de penetração do seu canhão principal (57 mm Type 90) era de meros 20mm a 500m de distância e sua armadura frontal tem apenas 15mm  .

Time coelho-M3 Lee

-O M3 Lee é um tanque estadunidense criado em 1941 para suprir a necessidade de tanques médios que fossem capazes de competir com os alemães Panzer III e Panzer IV, cuja participação foi fundamental na ocupação da França pela Alemanha na segunda guerra. Ele foi encomendado pelos britânicos, que precisavam de tanques urgentemente, e alguns foram modificados por eles devido às várias falhas em seu design (silhueta alta, canhão principal protegido por uma “sponson”  e locomoção muito dificultada fora das estradas). Posteriormente, foi retirado das linhas de frente, abrindo caminho para seu sucessor, M4 Sherman. Sua principal desvantagem é sua alta silhueta que o expõe em demasia no campo de batalha. Sua armadura frontal é de 51mm e seu canhão 75 mm Gun M2 atravessa até 60mm de aço.

Time ganso-Char B1 Bis (tanque pesado)

-É um tanque francês produzido antes da segunda guerra. Muitos deles foram capturados pela Alemanha na famosa “Batalha da França”. Ele era relativamente poderoso para sua época (1940), porém sua baixa velocidade (28km/h)  e alto consumo de combustível foram um entrave contra os tanques alemães (40km/h). Possui uma armadura de 60mm e seu canhão principal é o 75mm SA mle 1935 L / 17.1, capaz de penetrar 45mm de armadura a 100 metros, porém muito limitado no que tange a ajustes de mira. Em sua torre está acoplado seu canhão secundário, o 47mm SA 35 L / 32, que consegue transpor 46mm de armadura e por estar na torre é dotado de maior ajustabilidade.

Time Leopon-Porsche Tiger (tanque pesado)

-É um protótipo criado pela companhia Porsche em 1942. Seus problemas mecânicos acarretaram na sua rejeição e favoreceram a consolidação do protótipo concorrente na época, o tanque Tiger I, da companhia Henschel&Son. Sua armadura de 100mm e canhão principal 8.8 cm KwK 36 L/56 (120mm de penetração a 100m com munição Pzgr. 39, posteriormente adaptado para o Tiger I) fazem deste um adversário imponente. Ainda assim ele continua sendo instável no que concerne a tração do veículo e podem ocorrer falhas mecânicas se ativo por muito tempo.

Time tamanduá-Type 3 Chi-nu (tanque médio)

-É um tanque japonês nunca utilizado em combate, pois o mesmo foi retido no Japão para o caso de uma invasão aliada (o imperador também fez um grande favor a Iwo Jima concentrando toda a força aérea na terra do sol nascente enquanto eles eram bombardeados/sarcasmo). Na região frontal, sua espessura chega a 50mm. Seu canhão principal (75 mm Type 3 ) é o mais poderoso de todos os tanques japoneses da segunda guerra, podendo penetrar até 90mm de armadura a 100 metros.  Sua produção foi uma contramedida para competir com o tanque americano M4 Sherman.

Time tamboril-Panzer IV Ausf. H (tanque médio)

-Este foi o tanque produzido em maior número pela Alemanha nazista no período de guerra. Seu desenvolvimento teve início em 1934 sob a alcunha de “Begleitwagen” (carro de acompanhamento) de modo a burlar o Tratado de Versailles sem levantar suspeitas. A idéia inicial foi concebida pelo general Heinz Guderian (que escreveu um livro), no intuito de criar um tanque que pudesse ser usado como suporte contra fortificações e armas antitanque. Seu canhão principal é o 7.5 cm KwK 40 L/48, cujo projétil atravessa 106mm a 100 metros de distância do alvo. Possui 88mm de armadura e proteção adicional na torre e nas laterais (Schurzen, uma espécie de “saia” sobreposta).

Escola Kuromorimine


Tiger I (tanque pesado)

-O Tiger I foi produzido pela companhia Henschel&Son como alternativa para fazer frente aos tanques soviéticos KV-1 e T-34, na etapa inicial de invasão da União soviética. Apesar de ser temido pelos aliados e despachado em todas as linhas de frente, sua produção era um processo caro e complicado que demandava muito tempo. Em terreno soviético, o acúmulo de gelo e neve nas rodas dificultava seu deslocamento. Sua armadura frontal é de 100mm e seu canhão é o já mencionado 8.8cm KwK 36 L/56, capaz de perfurar 120mm a 100 metros de distância.

Tiger II (tanque pesado)

-Também conhecido como Königstiger (ou King Tiger pelos aliados), tornou-se alvo de disputas contratuais entre a companhia Porsche e a companhia Henschel&Son (sim, a história se repete), e novamente a Henschel&Son teve o design aprovado e se tornou responsável pela produção. O Tiger II desempenhou um papel importante na contra ofensiva de Ardennes (Battle of the Bulge, também um filme de 1965), na qual um batalhão de tanques abriu caminho por meio de Blitzkrieg dispersando as forças aliadas. Sua armadura frontal é de 100mm, e seu canhão (8.8 cm KwK 43 L/71) pode penetrar 202mm a 100 metros.


-Panzer III (tanque médio)


-O Panzer III tinha a função de engajar em batalhas contra outros tanques, e dar apoio ao Panzer IV, que até então era um veículo de suporte a infantaria. Ele recebeu vários aprimoramentos para nivelar-se aos tanques soviéticos KV-1 e T-34, mas acabou relegado a papéis secundários com a popularização do Panzer IV. Dependendo do modelo, sua armadura frontal pode variar de 50 a 70mm, e seu canhão (eu chuto que esse é o modelo Ausf. H pelo design) é o 5 cm KwK 38 L/42 , com poder de penetração de 53mm a 100 metros.
-Jagdpanzer IV (tank destroyer)

-Também conhecido como o pato de Guderian, esse tanque foi construído a partir do chassi do Panzer IV. Ele foi despachado na batalha de Ardennes e também serviu para obstuir o avanço dos aliados na invasão da Normandia (Operação overlord). Algumas de suas desvantagens são a ausência de uma torre, a baixa velocidade e a dificuldade de operação em terrenos desfavoráveis. Sua maior vantagem é sua armadura frontal inclinada de 80mm, que garante melhor proteção do que uma armadura reta de 100mm. Seu canhão principal é o 7.5cm KwK 42 L/70, capaz de atravessar 138mm a 100 metros.

-Panther (tanque médio)

-Esse é outro tanque desenvolvido para combater o T-34 soviético, substituindo o Panzer III e o Panzer IV (na prática o Panzer IV continuou na ativa). O início do projeto se deu pela insistência do general Heinz Guderian, que ordenou que uma Panzerkommission fosse despachada para estudar o T-34 e a partir do mesmo esboçar um design que levasse em conta seus atributos de combate mais eficientes. Seu motor é o mesmo no Tiger I, porém sua armadura frontal é inclinada e mais espessa, garantindo uma vantagem sobre o primeiro. Ele também é mais rápido e seu canhão tem maior poder de perfuração (138mm a 100 metros) do que o 8.8cm kwk 36 L/56 do Tiger I, além de apresentar maior mobilidade em terrenos sórdidos. Sua maior desvantagem é sua frágil blindagem lateral (entre 40 e 50mm dependendo do ângulo), e é exatamente por esse motivo que não é aconselhável dirigir um Panther em lugares muito fechados, pois ele pode ser emboscado e destruído facilmente.


Jagdpanther (tank destroyer)

-O Jagdpanther foi construído tendo como base o chassi do Panther e o canhão do Tiger II, de forma a combinar uma excelente suspensão com um implacável poder de fogo. Poucos Jagdpanther foram produzidos, devido ao estado deplorável da Alemanha no período final de guerra (1944). Também possuem armadura inclinada, tanto na frente como nas laterais (80mm na frente e 45mm nas laterais).


Elefant (tank destroyer)

-O Elefant teve como base o chassi do protótipo rejeitado Porsche Tiger. Por pesar quase 70 toneladas, está sujeito a problemas mecânicos e é difícil de ser rebocado. Apesar disso, sua taxa de alvos destruídos/tanque perdido é de 10:1, fazendo deste o destruidor de tanques mais bem sucedido da Alemanha nazista. Possui uma armadura frontal de 200mm e seu canhão 8.8 cm Pak 43/2 L/71 pode penetrar até 202mm a 100 metros de distância.

Jagdtiger (tank destroyer)

-Essa belezinha tem 250mm de armadura frontal, sendo o veículo de combate mais pesado da segunda guerra.  Seu canhão principal é o 128mm Pak 44 L/55. A 1000 metros de distância, seus projéteis são fatais para qualquer tanque aliado, penetrando mais de 200mm de armadura. Em seu livro, Otto Carius relata a destruição de um tanque aliado atingido por um projétil de 128mm que atravessou todas as paredes de uma casa antes de chegar ao alvo. Porém, ele tem desvantagens. Seu motor não produz potência o bastante para tracionar seu imenso peso, dando margem a problemas mecânicos variados. Além disso, ele consome muito combustível (5L/km de estrada) e não possui uma torre.

Batalhas 1×1 contra o Maus:

Round 1:

Round 2:

Round 3

Sugoi powa da nee

Maus versão live action no museu de Kubinka

-Câmbio, desligo