Primeiras Impressões – Temporada de Abril 2018

Atualizado: 17/04

Impressões do episódio 1 dos animes da temporada de Abril/Primavera 2017.

A lista é atualizada diariamente, os animes adicionados ficam no log do final do post.

Guia da temporada:

Guia da temporada anterior:

Guia dos Animes de Janeiro 2018

Animes da temporada de Janeiro que continuam nessa:

  • Sakura Card Captors
  • Saiki Kusuo no Psi-nan 2
  • Darling in the FranXX
  • Nanatsu no Taizai 2
  • Grancrest Senki
  • Beatless
  • Yowamushi Pedal 4
  • Hitori no Shita 2
  • Basilisk
  • Toji no Miko

 

Boku no Hero Academia 3

Fonte: Manga
Gênero: Ação, Super Poderes
Diretor: Mesmo das outras temporadas.
Estúdio: Bones (Noragami, Bungou Stray Dogs)
Estreia: 07/04/2018
Episódios: 25
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Continuação da obra focada em uma academia de super-heróis.

Comentários:

Marco

Nota: -_-/5

O que dizer de um episódio de piscina com recap? Eles devem achar que o público é muito tapado para esquecer tudo que ocorreu na S2 depois de 6 meses dela ter terminado. A única coisa boa é a OP, que pela primeira vez foge da padronização de apresentações banais de personagens seguidas por umas partes com ação no final. Ao invés disso fica alternando entre representações simbólicas ou dramáticas com vilões e protagonistas, misturadas a sequências de ação bem animadas que vem e vão. Muito criativo e empolgante o storyboard, nota 10 para quem fez.

Caligula*

Fonte: Jogo
Gênero: Ação, Sci-fi
Diretor: Junishi Wada (SukaSuka)
Estúdio: Satelight (SukaSuka, Madan no Ou)
Estreia: 08/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Na história do jogo original, escrito por Tadashi Satoma (Persona 2), uma ídolo virtual conhecida como μ executa músicas inseridas pelo usuário e ganha autoconsciência através da exposição aos sentimentos amargos e insatisfação dos usuários em relação à realidade. Querendo salvar a humanidade, cujo qual a μ acredita que está sofrendo, ela atrai as pessoas para um mundo de realidade virtual chamado Mobius com suas músicas. Ela então os aprisiona em Mobius, pensando que eles estarão livres do sofrimento da realidade e que todos os seus desejos se tornarão realidade. O jogo segue os nove membros do “Going Home Club”, um clube que foi formado porque os personagens querem fugir de Mobius e ir para casa.

Comentários:

Marcelo

Nota: 3.5/5

Para os padrões do meu gosto, foi uma das estreias mais promissoras. O episódio todo é levado por temas relacionado a psicologia e filosofia, que tentando contextualizar de forma indireta com o mundo e os personagens presentes ali (consciente coletivo e coisas do gênero), mas fora isso, é uma estreia bem comum, sem se esforçar muito para impressionar.

A animação da apresentação da Idol é bem sem graça, o que não deveria acontecer, já que ela é parte chave da história, além do final ser o típico “caos apocalíptico” onde todo mundo é atacado, mas os personagens importantes parecem ter uma barreira natural que permite que eles fujam.

Resumindo, as ideias são boas, e parece ser uma boa opção para quem gosta de algo mais existencialista, ou simplesmente de filosofia, mas acaba ficando apenas nisso, e na expectiva de que vá trazer algo legal nos próximos episódios.

Sirlene

Nota: 3/5

Se você não se incomodar de 90% dos diálogos entre personagens serem sobre psicologia, talvez este anime seja até interessante, já que a proposta dele aparentemente vai ser discutir umas paradas bem existencialistas mesmo. Agora se você não curte obras desse estilo e que aparentemente vão abusar um pouco de textos da área (filosofia e psicologia), melhor se manter longe desse anime.

Boa parte desse episódio foi basicamente uma apresentação do protagonista que nem fede nem cheira ainda e da ambientação da obra que é o mundo no qual os personagens foram confinados. Algumas pessoas estavam reclamando do episódio ser confuso e fumado, mas levem em conta pela sinopse que aquele provavelmente é um mundo virtual ou criado pela mente, então coisas absurdas são permitidas. Agora em relação ao confuso, não tem basicamente nada de confuso no episódio, já que foi uma narrativa direta com alguns flashbacks embutidos no decorrer dos eventos.

Tudo dá a entender que o protagonista provavelmente tentou suicídio ou algo do gênero e pode estar em coma e que aquele mundo basicamente supre o desejo dele no inicio do anime (por isto ele não queria perceber as incongruências, até que chegou um ponto que a mente não conseguiu mais deixar aquilo mascarado e ele teve que acordar para o fato de que tudo aquilo ali estava errado, muito errado) .

Então para quem gosta de uma história que envolve umas discussões psicológicas e filosóficas, este anime pode até se mostrar algo promissor, mas aviso que aparentemente pode ser um desastre dependendo para qual rumo vão levar o anime (ele aparentemente parece que vai abusar de um pouco de nonsense). A animação aparentemente vai variar de razoável para ruim, então não espere de cenas bem coreografadas e algo do tipo, mas positivamente a trilha sonora é funcional, principalmente as osts letradas que são boas.

Devil’s Line

Fonte: Mangá
Gênero: Ação, Drama, Romance, Seinen
Diretor: Tokumoto Yoshinobu
Estúdio: Platinum Vision
Estreia: 07/04/2018
Episódios: —
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Uma colegial é salva de um demônio por um meio-vampiro que trabalha para a polícia. Agora ele deve protegê-la, enquanto sofre para manter sua regra pessoal de nunca beber sangue humano.

Comentários:

Marcelo

Nota: 2.5/5

Foi melhor do que eu esperava, mas bem longe de ser bom. O clima até tenta ser sério, mas todo o resto não ajuda muito para fazer isso funcionar. As cenas aceleradas para causar a sensação de velocidade dos vampiros ficou bem estranha, tirando a atenção do que realmente importava ali, no caso, as lutas.

O plot twist que o episódio tenta acaba sendo bem previsível, e sem qualquer impacto emocional verdadeiro, já que é um primeiro episódio e, obviamente, não vão ser uns minutos de flashbacks que vão ajudar a comprar o drama.

Pode até vir a funcionar como um romance, mas as primeiras impressões do anime não são muito promissoras.

Sirlene

Nota: 2.5/5

Uma Saga Crepúsculo com policiais, basicamente é o que vem a cabeça quando vemos o trailer e o episódio de estreia. Este anime é basicamente um shoujo com vampiros que se vende de seinen por causa do sexo e do gore, que pode ser um ponto positivo ou negativo se utilizado da forma errada. A ambientação é até boa, praticamente o episódio todo acompanhamos a polícia atrás de um assassino, mas o desfecho é tão óbvio e clichê que chega a ser ridículo, em contrapartida, o universo parece ser até interessante já que aparentemente alguns vampiros também trabalham com a polícia, o problema em si é o clichê, os protagonistas são muito clichês, sendo praticamente a mocinha gente boa e o vampirão depressivo (sério, aquela expressão dele e o que ele diz no episódio me passou essa impressão).

Para quem gosta de shoujo, talvez seja uma boa opção por aparentemente ter um conteúdo mais adulto, agora em relação ao desenvolvimento de personagens ou história eu já ficaria de pé atrás já que pelo finalzinho do episódio encontraremos muitas situações típicas do gênero e possivelmente bem mal elaboradas. Se bem trabalhado, possivelmente esta obra pode ser até que mediana, mas não depositaria muita fé não. A animação também não colabora, sendo meio meia-boa e a trilha sonora talvez seja o que há de melhorzinho, sendo que achei a opening até legal e meio estilosa, mas nada demais também.

Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These – Kaikou

Fonte: Novel
Gênero: Ação, Drama, Sci-fi
Diretor: Shunsuke Tada (Kuroko no Basket, Noblesse)
Estúdio: Production I.G (Haikyuu, Psycho Pass)
Estreia: 03/04/2018
Episódios: 12
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Trailer: PV1

Sinopse: 
Remake do clássico dos anos 90, acompanhando a guerra entre dois dois líderes de facções opostas da galáxia.

Comentários:

Marco

Nota: 3/5

O primeiro episódio é todo focado em uma batalha estratégica, com um comandante brilhante por trás, afirmando que pode derrotar uma força em maior número que a dele. Até aí poderia ser interessante, mas a batalha não tem lá grande emoção, mesmo que a computação gráfica seja boa. É um bando de lasers, naves explodindo e nada de você se importar.

Se tivesse uma trilha sonora melhor ajudaria, já que a do anime não fede nem cheira, o que é bem grave para um anime desse tipo. No final tem uma reviravolta interessante, mas fica nisso. A melhor coisa do anime é a Opening, com uma música lindíssima composta pelo Sawano. Já a trilha sonora do anime não é dele, infelizmente. Pode melhorar, mas o começo não foi lá muito impressionante.

Sirlene

Nota: 3/5

Esta é uma obra totalmente sobre política que se tornou um clássico por apresentar bem todos os elementos de sua história, desde as facções que dominam aquele setor do universo aos personagens principais e secundários, o que este primeiro episódio do reboot demonstra ser um caminho que infelizmente esta nova direção não pegou. O antigo anime tinha um foco melhor em cada facção e mesmo no episódio de estreia, que vale dizer, era igualzinho a este, dava tempo de tela para cada uma delas, enquanto o reboot focou essencialmente no Império e para piorar, apenas no Renhard.S

Em um tempo de tela igual para cada uma das facções, o público não compra a ideia que o Yhang seja o fabuloso adversário do Renhard e nem que o Renhard seja tão inteligente como ele demonstra ser. Eles tentaram fazer uma jogada do Renhard se surpreendendo ao descobrir que havia um cara na Aliança tão engenhoso quanto ele , mas sinceramente apenas burrificaram um personagem excelente, já que no anime antigo ele tinha o mesmo tom autoritário e confiante, mas não ousava subestimar o inimigo, enquanto aqui ele é o que o Merkatz diz “jovem demais”.

Outro detalhe crucial: como generais cautelosos, no anime antigo, Renhard e Yhang já haviam escutado boatos um sobre o outro, então o Renhard não transmitia tanto o fato de se surpreender com o Yhang, mas buscava maneiras de contornar a situação de estar enfrentando uma das mentes mais brilhantes do inimigo que ele passou a reconhecer e respeitar bastante. Outro fator que colaborou para LoGH ser uma estreia morna e muito aquém do seu potencial é a trilha sonora genérica e desconexa que não empolgava mesmo o episódio inteiro sendo uma batalha espacial.

Por não se atentarem em focar nos personagens secundários e ambos os lados da mesma maneira como o antigo fazia, a batalha também se tornou menos tensa que a antiga (que também já não era tão tensa) e para piorar só enfatizaram o quanto a Aliança estava recebendo uma surra do Império ( se você quer mostrar que o inimigo é apenas burro e incompetente, faça isto).

Em suma, este episódio no geral foi bem mediano e descaracterizou muita coisa do anime antigo, o que me faz recomendar que os fãs mantenham suas expectativas baixas para algo semelhante ao que o anterior se tornou, já que se continuarem com este mesmo esquema de focar apenas nos protagonistas, e talvez em uma facção por episódio, tenha total certeza que o anime só se tornará mais uma obra sobre a disputa de dois carinhas inteligentes do que a história de toda uma guerra em si, como o clássico conseguiu transmitir. Em contrapartida, a animação estava muito bem feita, consistente e fluida, o que deixou as coisas pelo menos visualmente bem apreciáveis.

Golden Kamuy

Fonte: Mangá
Gênero: Ação, Aventura, Histórico
Diretor:  Hitoshi Nanba (Fate/Grand Order: The First Order, Gosick)
Estúdio:  Geno Studio (Genocidal Organ)
Estreia: 09/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Em Hokkaido, nas terras do extremo norte do Japão, Sugimoto sobreviveu à guerra Russo-Japonesa da era Meiji. Apelidado de “Sugimoto, o Imortal” durante a guerra, ele agora procura as riquezas prometidas pela corrida do ouro, na esperança de salvar a esposa de seu falecido companheiro de guerra. Durante a sua caça ao ouro, ele descobre sobre um estoque enorme de ouro escondido por um criminoso. Através de uma parceria com uma garota da tribo, Ainu, que salva a sua vida, ele luta contra os criminosos, os militares, e a própria natureza para encontrar o tesouro.

Comentários:

Marco

Nota: 3/5

Achei que esse diretor tinha dado azar em Fate/Grand Order, mas agora estou quase certo que ele não é muito bom mesmo, e Gosick ele deu sorte do estúdio dar a ele uma equipe de ponta para salvar.

Por que estou dizendo isso? O primeiro episódio de Golden Kamui me deu a impressão que eu poderia ter ido ler o mangá, e não perderia nada. Nenhuma cena é muito bem animada, ou tem uma direção visual de ponta, ou sutileza, ou sequer um bom uso de trilha sonora, você nem escuta ela a maior parte do tempo. Já falei do horrível urso em Computação gráfica?

Em geral uma história possivelmente interessante e diferente (isso inclui seus personagens centrais), com uma direção bem capenga, que me deu vontade de dropar o anime e seguir direto para o mangá, já que se for só pela história ele dá na mesma. Se Megalo Box foi minha surpresa da temporada, esse aqui foi minha decepção, já que esperava algo legal e ganhei um episódio 1 seco. Só ganhou 3/5 porque podia ser pior e a história parece interessante.

Sirlene

Nota: 3/5

Um anime promissor, uma pena que a animação, principalmente em CG não seja das melhores. O urso e o lobo modelados para este episódio são horrorosos e bem mal acabados, me faz perguntar por que não fizeram estes bichos em 2D? não é como se fossem desenhar um dragão. Isto só prova que a staff é bem fraca em animadores ou está com problemas orçamentários consideráveis e poupando dinheiro para cenas chaves, então não espere algo muito elaborado nas cenas de ação.

Em contrapartida a história é interessante e começa mostrando um pouco do passado do protagonista antes de introduzi-lo a protagonista feminina. A dinâmica dos dois juntos funciona bem e os personagens possuem motivos bem convincentes para montarem uma parceria.
Um ponto bastante positivo é o fato do protagonista fugir daqueles padrões bem intencionados e 100% bonzinhos, o que me faz criar expectativa no desenvolvimento de toda a trama já que até agora a dupla apresentada demonstra ter uma construção bem mais madura e realista de um ser humano.

Mas negativamente em alguns momentos eu sentir umas forçadas do autor ou pode ser problema da montagem do storyboard mesmo em relação ao protagonista quase parecer um good of war, principalmente na cena que ele entra na trincheira e sai matando todo mundo. Contudo, reparem que aparentemente ele parecia esta só, se tivesse entrado mais algumas pessoas com ele… além de levar um tiro no pescoço e ficar ok – se fosse raspão beleza, mas pareceu pegar no pescoço mesmo. A trilha sonora cumpre com os eu papel e o design de personagens é agradável, uma pena que tenha algumas inconsistências aqui e ali.

 

Persona 5 the Animation

Fonte: Jogo
Gênero: Ação, Sobrenatural
Diretor: Masashi Ishihama (Shin Sekai Yori)
Estúdio: A-1 Pictures (Sword Art Online, Kimi no Uso)
Estreia: 07/04/2018
Episódios: 24
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Na trama, um estudante em condicional por um crime que não cometeu, tem que parecer uma pessoa modelo no mundo real, enquanto entra com seus amigos em dungeons durante a noite, criadas a partir do subconsciente coletivo da população, para derrotar vilões (ou salvar as pessoas delas mesmas) e conseguir tesouros usando seus poderes.

Comentários:

Marco

Nota: 3.25/5

Entendam que eu não joguei Persona 5, enquanto não esperem explicações elaboradas, só o que vi e compreendi do anime.

Esse é naquele sistema de uma quantidade absurda de perguntas sem resposta sendo jogadas no primeiro episódios, o que pode desanimar alguns. Quem tem paciência, no entanto, deve ter suas perguntas e dúvidas respondidas com o tempo. O anime começa mais a frente na história, aparentemente, e depois voltamos no tempo, quando o protagonista tinha recém entrado no novo colégio, e estava em uma condicional por um crime (não quele crime do começo, mas sim um de um flashback que ele vê de vez em quando, isso ficou meio confuso mesmo).

Algumas coisas estranhas começam a acontecer a volta do personagem central, incluindo um app que ele deleta e volta no smartphone, e de repente ele está em um mundo paralelo. Ele faz um pacto com uma entidade para ajudar um garoto, e fim. A direção é muito boa, com várias escolhas visuais diferentes e um storyboard inspirado, mesmo com o roteiro frequentemente confuso. Já dos personagens, por enquanto não tem ninguém muito simpático no elenco, o que só deve ocorrer mais a frente. O final terminando com um gancho pode atrair alguns, mas como eu não ligo para o cara que vai ser morto no momento, acaba sendo irrelevante pra mim. Achei mais bonita a invocação do que estava preocupado no protagonista salvar o cara. No geral foi uma estreia ok, que me animou a tentar uns 3 episódios.

Marcelo

Nota: 3.75/5

Tendo jogado Persona 5, a sensação de dúvida acaba sendo bem menor, mas por outro lado, o rush sofrido fica ainda mais evidente. A primeira metade do episódio conseguiu funcionar bem, sendo fielmente adaptada do jogo, e sem incomodar muito, mas já na metade seguinte, as coisas parecem ter saído um pouco do controle, e acelerado demais.

A transformação do protagonista é legal, e poderia funcionar bem para chamar atenção, mas podiam ter guardado para o segundo episódio,  e tentando fazer essa transição do mundo real para os Palácios de forma mais natural, sem jogar tudo ali em pouco menos de dez minutos.

Seja como for, isso não chega a ser um grande problema, mantendo um boa dose de interesse no que pode acontecer, além de apresentar um qualidade técnica acima da média (adoro a OST de P5).

Sirlene

Nota: 4/5

Uma boa estreia, trilha sonora muito boa e bem aplicada junto a um a animação consistente e fluida. Um ponto bastante positivo é que por enquanto o enredo está seguindo até que fielmente a mídia original , com algumas modificações menos relevantes que não afetam realmente a história ( de acordo com quem jogou, já que eu não joguei o Persona 5).

O storyboard do episódio é até que bem montado em determinadas partes e te instiga interesse já que trabalha com transições entre linhas de tempo diferentes com alguns flashbacks em ambas as linhas que te incentivam a querer saber mais sobre o que está ocorrendo e sobre o protagonista, contudo, talvez por estarem rushando conteúdo, eu senti a falta de mais questionamentos dos personagens em determinadas situações e tive que utilizar a suspensão de descrença mesmo, especificamente na parte da escola, no qual os personagens trocam apenas dois diálogos e entram de forma quase mecânica (não tentam contactar ninguém e nem dá uma voltinha no quarteirão pra ver se estavam realmente na escola ou se conseguiam sair dali, afinal, acho que só a placa da escola serve pra te indicar que um castelo medieval deveria ser sua nova instituição de ensino ).

O episódio foi bem movimentado, então não tem como reclamarem que a obra foi parada, inclusive com direito a um cliffhanger em um momento já esperado, mas que consegue passar emoção pelo diretor conseguir transmitir tensão apropriada a situação, inclusive utilizando bem a ost do anime, o que encerra até que razoavelmente bem esta apresentação do conteúdo da série. Para quem não liga para alguns designs extravagantes e quer um anime com certa carga de mistério e que promete uma boa história, Persona 5 é uma opção nessa temporada, mesmo que tenha alguns deslizes por parte da direção.

Saredo Tsumibito wa Ryuu to Odoru: Dances with the Dragons

Fonte: Light Novel
Gênero: Ação, Fantasia, Drama
Estreia: 05/04
Diretor: Hiroshi Nishikiori (A Certain Magical Index, Azumanga Daioh)
Estúdio: Seven Arcs (Trinity Seven)
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Em um mundo de fantasia onde as pessoas usam armas especiais com magia, para combater criaturas que ameaçam a humanidade. Acompanhamos dois empregados de uma loja especializada em armas mágicas, atendendo a vários pedidos de clientes pela cidade.

Comentários:

Marco

Nota: 2.5/5

A culpa aqui é mais do autor do que do roteirista do anime. Embora, se quisesse, ele poderia consertar o erro em questão. Que erro? Não se começa uma obra com um monólogo chato sobre o mundo e como magia funciona nele, só autores burros fazem isso! Você tem que introduzir o mundo conforme as coisas vão acontecendo: NÃO FALE, MOSTRE!.

Começar com textão cheio de nomes inventados, que ninguém vai decorar ali, só serve para confundir e tirar interesse, e é exatamente assim que esse anime começa, e depois segue quase todo: um longo conjunto de diálogos tediosos. A parte da ação não fede nem cheira, já que eles não conseguem passar tensão no combate.

Em suma, o protagonista ter uma namorada e ser mais velho é um diferencial que aprovo, já que ao menos foge do padrão para protagonistas, mas a história em si começou bem desinteressante, fazendo o máximo para entediar o público, ao invés de tentar uma introdução gradual e inteligente ao que tem de diferente naquele mundo.

Shokugeki no Souma 4 San no Sara

Fonte: Mangá
Gênero: Culinária
Estreia: 08/04
Diretor: Yoshitomo Yonetami (Souma)
Estúdio: J.C Staff (Danmachi, Sakurasou)
Episódios: 13 (especulado)
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Onde assistir: Crunchyroll

Sinopse: 
Quarta temporada de Shokugeki no Souma.

Comentários:

Marco

Nota: 4/5

Souma voltou melhor do que eu esperava, já entregando de cara um forte desenvolvimento para a Erina. Quem sabe agora meu shipp dela com o Souma não começa finalmente a avançar… A direção continua a mesma coisa, sem muita inventividade, só copiando o mangá quadro a quadro, até nos ângulos usados. Mas mesmo assim se mantem divertido de acompanhar, e você fica curioso com o que vai acontecer a seguir, já que o autor sempre busca deixar um desafio ou tensão na trama.

Tokyo Ghoul:re

Fonte: Manga
Gênero: Ação, Horror, Mistério, Psycológico, Sobrenatural
Diretor: Odahiro Watanabe (Soul Buster, Valkyrie Drive: Mermaid)
Estúdio: Pierrot (Naruto, Tokyo Ghoul)
Estreia: 03/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Terceira temporada de Tokyo Ghoul.

Comentários:

Marco

Nota: 3.5/5

Tokyo Ghoul volta com uma trilha sonora bem sem graça, comparada a S1 (o que é engraçado, levando em conta que é o mesmo compositor. Me leva a crer que a trilha sonora da S1 ser tão boa foi influência do diretor, que mudaram nessa). Nada de animação de alto nível como a S1 também, a dessa nova temporada é bem comum, e não impressiona.

O começo apresenta um novo elenco, com direito a um twist no final, que deve deixar alguns curiosos com o que acontece a seguir. Acaba em uma estreia de ação “ok”. Não é ruim, mas não faz nada para impressionar também. Quem esperava um começo no nível da primeira temporada, vai se decepcionar um pouco, eu acho. E sim, está bem rushado, mesmo que fiel ao material original. Foi quase o volume 1 do mangá inteiro nesse episódio 1.

Marcelo

Nota: 3/5

Pelo menos em uma primeira impressão as coisas parecem mais positivas do que o desastre que foi aquela segunda temporada. Conseguiram aproveitar bem o tempo para introduzir algumas questões novas do mundo dos investigadores, sem esquecer de ressaltar o ódio que a sociedade tem pelos ghouls, e como isso influencia nesse novo esquadrão.

A rivalidade entre o Urie e o Shirazu também tomou algum bom tempo de tela, o que é importante para alguns eventos no futuro, além de não terem perdido muito tempo com aquele mistério (se é que dá para chamar assim) sobre o Sasaki, ou seja, pelo menos por hora, parece estar indo bem como uma adaptação.

 

Juushinki Pandora*

Fonte: Original
Gênero: Ação, Sci-fi, Romance, Mecha
Diretor:  Hidezaku Satou (Nobunaga the Fool, Aquarion Logos)
Estúdio: Satelight (Senki Zesshou Symphogear, Madan no Ou to Vanadis)
Estreia: 04/04/2018
Episódios: 24
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1 | PV2

Sinopse: 
A história acompanha Leon e Chloe, que lutam para sobreviver em mundo dominado pelos B.R.A.I (Biological Revolutionary Accelerated Intelligence), criaturas avançadas que surgiram logo após o incidente Xianglong Crisis em 2031. Esse incidente foi causado por uma energia desconhecida vindo do Reator Quantum, um dispositivo de energia que foi feito para melhorar o ambiente de falta de recursos, porém ele explodiu, provocando o vazamento dessa energia. Como resultado, os B.R.A.I foram surgindo e destruindo tudo. Para lutar contra esses monstros, os humanos usam robôs de combate chamados M.O.E.V (Multi-Purpose Oragnic Evolution Vehicle).

Comentários:

Marcelo

Nota: 3/5

Uma estreia até que interessante. Apresenta o mundo do anime naquele esquema padrão de exposição em forma de narrativa, e depois já parte para algo mais movimentando. Os personagens são mostrados, mas bem pouco aproveitados, o que dificulta tirar alguma conclusão, com exceção do cientista, que passa uma sensação boba com a tentativa de criar um gênio “incompetente”.

No demais, as coisas são satisfatórias, conduzindo a alguns momentos de crise, mas que não conseguem ser tão impressionantes assim. O final também não faz muito para impactar, usando só uma transformação rodeada de explicações com base nas tecnologias do anime, o que complica entender como aquilo é incrível, já que não existe informações o bastante para saber o significado dos feitos dele.

Pode não ter sido uma das melhores estreias, mas ainda parece compensar o investimento de tempo, pelo menos em relação aos primeiros episódios.

Sirlene

Nota: 2.75/5

Estreia mediana e bem movimentada, começa te introduzindo algumas informações básicas e necessárias sobre o mundo sem ficar poluindo o episódio com textos gigantescos e passa direto para a ação, contudo a forma como foi realizada a inserção da informação através do cientista ( e protagonista pelo visto) em foco não é nenhum pouco natural e fluida como deveria ser, nesse aspecto eu optaria por um narrador no início do episódio e depois pular para os eventos do episódio em si ou que estas informações sobre como o mundo ficou daquele jeito fossem sendo dadas picadas no decorrer dos eventos.

O CG não é extremamente ruim, mas também não é dos melhores, em alguns momentos se destacava muito do 2D e pode acabar incomodando algumas pessoas que não são acostumadas com obras com uso muito extensivo de CG. O restante foi basicamente o desenrolar de uma luta do “exército” humano contra um crustáceo gigante e não teve nada demais, além de apresentar os personagens e ser o velho episódio clichê do protagonista descobrindo de última hora uma solução para ajudar a humanidade. Como você não é apegada aos personagens e não tem muitas informações sobre eles, a batalha não acaba sendo tão tensa ou desesperadora, você não liga nenhum pouco para a surra que a humanidade estava tomando.

Outro ponto é o fato do roteiro tentar te comprar com um “draminha” de redenção jogando o fato do protagonista também ter sido o causador de tudo aquilo ali, mas mesmo assim não é lá uma das melhores formas de você fazer as pessoas se interessarem na obra, além de ser uma informação que poderia ser utilizado de outra forma no enredo e inclusive como cliffhanger ou um twist mais elaborado dependendo do que o diretor ou roteirista quisessem fazer posteriormente, então achei um desperdício de informação. A trilha sonora, eu também achei ok, cumpre o seu papel, mas pra mim não tem nada demais para se destacar. Em suma, talvez o enredo pode melhorar e se mostrar mais interessante durante seu desenvolvimento, mas por enquanto foi uma estreia morna.

Mahou Shoujo Site*

Fonte: Manga
Gênero: Ação, Horror, Tragédia
Diretor:  Tadahito Matsubayashi
Estúdio:  Production doA
Estreia: 06/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A história gira em torno de um site sobre garotas mágicas… uma delas que o visitou é Aya Asagiri, que acabou ganhando uma arma de brinquedo através de uma figura misteriosa desse site, que lhe desejou felicidades ao final da conversa. Um dia, ela é cercada por vários valentões de sua escola que pretendiam molestá-la. Asagiri, em sua defesa, dispara com sua arma aparentemente inofensiva. O “tiro” faz com que eles desapareçam, mas logo descobre seus corpos mutilados entre os trilhos de um trem, próximo a região. Ao decorrer da obra ela conhece outras garotas iguais a ela e algo estranho começa a acontecer, pois o site de garotas mágicas começa a apresentar um tipo de relógio em contagem regressiva, e elas temem que algo ruim está prestes acontecer.

Comentários:

Marco

Nota: 3/5

Esse aqui dá para ver de dois modos. Se olhar só pelo choque, impressiona, mas se pensar enquanto assiste, é difícil levar a sério. Por que? O autor parece que pesquisou todas as formas de bulling mais clichê e cruéis que já apareceram em animes, juntou tudo, aumentou alguns, e pronto, protagonista mais sofrida da história, mas que é difícil de levar a sério também.

Qualquer um que viu Elfen Lied sabe muito bem o fim que o gato vai ter assim que aparece, por exemplo, porque o anime é extremamente previsível em suas torturas a protagonista. Não o bastante, o autor ainda coloca bastante caretas, como forma de deixar os personagens ainda mais vilanescos (e irreais). Curiosamente, quando os vilões levam sua punição, é tudo tão rápido que não dá nem o prazer de ver eles pagando pelo que fizeram.

Nunca mostram um personagem decente para dar contraponto também, o mundo se prende a protagonista sofrida e os vilões malignos que a atormentam. Me divertiu e prendeu durante todo o episódio? Sim! Mas analisando a narrativa, parece um anime de tortura exagerado, tentando de tudo para que você sinta pena da heroína e queira ver os atormentadores dela mortos. Funciona para alguns, e para outros o exagero tira o senso de realidade. Bulling existe (Sangatsu no Lion 2 teve um bem realista), mas se você junta todos os extremos existentes (e até alguns bizarros), em cima de um personagem só, fica difícil levar a sério.  O exagero é onde esse anime peca, mas ao menos dá para ver como entretenimento (para alguns).

Marcelo

Nota: 2.75/5

Odeio construções narrativa assim, porque, bem, elas são feitas para serem odiadas, o que acaba deixado as situações rasas e exageradas demais. O episódio todo e voltado em mostrar a vida de desgraça da garota, abusando de diferentes injustiças para isso, desde bullying na escola, até abusos domestico (essa, que por sinal, é uma das cenas mais repulsivas), mas acaba forçando tanto, que chega um ponto onde aquilo soa somem nojento e sem propósito.

Independente do que eu pense sobre essa escolhe de impressão, é inegável que ela funciona, seja para o bem ou para o mal. Para quem gosta desse tipo de clima pesado, o anime deve ter conseguido corresponder, e causado o “choque” de sadismo que se propunha.

Megalo Box*

Fonte: Original
Gênero: Ação
Diretor: You Moriyama
Estúdio: TMS Entertaiment (Re:Life)
Estreia: 05/04/2018
Episódios: 13
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A história acompanha um lutador em torneios do submundo, onde os lutadores usam tecnologia para se aprimorar.

Comentários:

Marco

Nota: 4.5/5

Estreia que mais me impressionou na temporada até agora. Direção de primeira, o que é uma surpresa e tanto, já que esse diretor nunca dirigiu nada sozinho. A história te prende com facilidade, e o drama e diálogos do protagonista, obrigado a perder várias lutas de boxe tecnológico do submundo, ficou muito bom. A animação não é fantástica, mas a direção compensa muito isso, com ângulos e trocas constantes de cena que conseguem passar uma boa tensão nos combates. A cena que abre o anime já é um excelente exemplo para notar a direção diferenciada e cheia de estilo próprio do anime.

A parte sonora é absurdamente acima da média também. E não falo da trilha sonora, que não se destaca por si só, mas é muito bem usada. A direção de som reproduz o som ambiente (pancadas, metais, choques, qualquer som natural) com muito mais nitidez que o normal para animes, e o uso da OST é totalmente calculado a cada segundo para controlar a emoção do telespectador. A cena mais fácil de notar isso é o começo do anime e a cena da chuva em slow motion perto do final (reparem nas batidas aumentando de ritmo naquela cena, enquanto a tensão cresce).

Não sou fã de esporte, embora tenha gostado de alguns dramas focados no gênero, mas adorei essa estreia. Então recomendo a qualquer um dar uma olhada nesse. Foi um começo muito bom, que consegue manter uma tensão constante, enquanto te deixa curioso para saber como a história vai continuar, quer você goste ou não de esporte.

Marcelo

Nota: 4.5/5

De fato, uma boa estreia. Tudo funciona direitinho para te deixar interessado no que está acontecendo ali, e em poucos minutos você já consegue comprar o drama do protagonista, e sentir o peso que as constantes derrotas tem causado nele. A venda de uma rivalidade logo de cara também foi bem utilizada, já criando uma ótima desculpa para voltar para o próximo episódio.

Para quem curte Boxe, o anime deve trazer ainda mais diversão, com todos os pontos que o Marco citou acima sendo bem aproveitados para aumentar a tensão/empolgação da cenas.

Sirlene

Nota: 4.5/5

Anime com muito potencial, a estreia te prende facilmente com o dilema e frustração do protagonista em continuar ou não levando aquela vida de cão vendido, mas sem ter muitas opções de saída já que ele vive na ilegalidade, ou seja, também tem um conteúdo social embutido na trama que acaba te envolvendo. Além de introduzir alguns casos contidos no mundo do esporte, como as fraudes, e o fato dos esportistas dependerem muito de quem os patrocina para poderem se destacar, o que claro é bem mais nítido no mundo que o protagonista vive de lutas ilegais, ou seja, o mundo da máfia praticamente.

A trilha sonora é muito boa e bem empregada durante toda a progressão do episódio. O design é um pouco mais simples, mas não tão simples assim e me lembra um pouco desenhos americanos. A animação é bem detalhada e fluida, uma surpresa em particular vindo deste estúdio já que as últimas obras dele, seriadas para TV, não apresentavam qualidade na animação e eram em sua maioria bem medíocres.

Kakuriyo no Yadomeshi

Fonte: Mangá
Gênero: Sobrenatural, Romance
Diretor: Tomoyuki Kawamura (Taimadou Gakuen)
Estúdio: Gonzo (Gantz, Full Metal Panic)
Estreia: 02/04/2018 (Segunda-feira)
Episódios: 24 (+ 2 ovas)
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A série é focada em uma estudante de faculdade chamada Aoi Tsubaki, que herdou a habilidade de ver espíritos de seu avô. Aoi orgulha-se de cozinhar e um dia está alimentando alguns espíritos agrícolas quando, de repente, aparece um deus e o mestre do “Tenshinya” (Heavenly Inn) e leva Aoi para longe. Ele diz que, devido às dívidas do avô, ela deve se tornar sua noiva. Aoi odeia essa ideia e, em vez disso, declara que ela pagará a dívida do avô trabalhando no Tenshinya.

Comentários:

Marco

Nota: 3.25/5

Um anime no estilo shoujo misturado a slice of life e culinária, foi o que pareceu esse aqui. A história em si é bem leve, e o romance ainda deve demorar a engatar, mas me deixou curioso em saber se o negócio da heroína no mundo espiritual vai dar certo. A parte técnica é bem ruim, como esperado do estúdio Gonzo. O design da protagonista entorta toda hora. Mas para quem quer um romance leve, pode valer dar uma olhada, mesmo que não tenha feito nada para se destacar.

Marcelo

Nota: 3/5

O clima do anime é bem gostoso de acompanhar, principalmente para quem gosta desse lado mais folclórico da cultura asiática. Os personagens tem um ar meio clichê, típico de shoujos e coisas do gênero, mas consegue passar uma boa impressão. No geral, foi uma estreia agradável, apresentando bem os problemas que pretende tratar, assim como parte do elenco fundamental para história.

Sirlene

Nota: 3/5

Este anime me lembrou um pouco de kami-sama hajimemashita, mas sem o conteúdo de comédia que era marca dele, resumindo, é um shoujo com youkais, o que indica que possivelmente haverá a típica disputa da mocinha por dois ou mais caras no decorrer da trama, mas isto torna a obra ruim? Particularmente depende de como o autor aplicará os clichês do gênero, mas achei o ar da trama bem tranquilo e suave, com uma pegada de algo bem mais slice of life e com uma proposta aparentemente puxada para as interações da protagonista com os demais personagens do que com o foco apenas no romance em si.

Além disso, tem cara de ser uma daquelas obras que o crescimento pessoal da personagem estará em volta das pessoas, ou melhor, dos espíritos que ela conhece, ou seja, das figuras que ela encontra enquanto trabalha no mundo espiritual para pagar a dívida que o avô praticamente deixou de presente para ela, então pode sair até que algo interessante disso. A animação se apresentou até que decente (tirando as partes inconsistentes), só não espere algo acima da média vindo desse estúdio.

Também vale dizer que os personagens se apresentaram simpáticos neste episódio de estreia e a protagonista não é um porre sem personalidade, mas tem atitude (nota: ela não tem medo ou ódio dos youkais como o clichê de outras obras com esta mesma proposta, mas lida até que razoavelmente bem com a habilidade dela, amém). Para quem gosta de shoujo, pode ser algo que vale a pena ver já que tem alguma possibilidade de ter um bom desenvolvimento de personagens dependendo de como a proposta progredir.

Sword Art Online Alternative – Guns Gale Online

Fonte: Light Novel
Gênero: Ação, Drama, Sci-fi
Diretor: Masayuki Sakoi (Celestial Method, Princess Resurrection,  Needless)
Estúdio: 3Hz (Flip Flappers, Princess Principal).
Estreia: 07/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A história acompanha Karen Kohiruimaki, uma garota de 1,83m de altura, bastante insegura na escola por causa da atenção que chama por sua altura, e que é ruim em lidar com as pessoas no mundo real. Ela acaba entrando em um mundo de realidade virtual chamado Guns Gale Online, com um avatar de apenas 1,50m de altura, e roupa rosa. Lá ela conhece uma garota morena e as duas começam a se dar bem dentro do jogo. Mas um dia a garota a chama para participar da ‘Squad Jam’, um battle royal de times dentro do jogo.

Comentários:

Marco

Nota: 3.5/5

O final é legal, e me surpreendeu, já que a heroína parecia uma inútil até ali. Curioso para a explicação para a velocidade dela também. Mas o começo foi bem massante, são uns 15 minutos de explicação de estratégias, só fala, fala, e fala. Para quem curte um anime de ação estrategista, pode até curtir, mas eu sofri com aquele exagero de diálogos. Já a Opening é bastante animadora, se tiver torneios mais movimentados, como mostraram ali, pode ser mais divertido de ver do que pareceu pelo episódio 1.

Esse episódio foi direto para um combate, creio que só no próximo ganharemos uma introdução desde o começo da protagonista descobrindo aquele mundo e fazendo amigos para entrar nesse torneio. A animação não teve muitas chances de se mostrar, mas no finalzinho e na Opening estavam muito boas. PS: A eu dela do mundo real é muito mais atraente do que do virtual, o que é raro nesse tipo de obra.

Cutie Honey Universe*

Fonte: Manga
Gênero: Ação, Magia, Romance
Diretor: Akitoshi Yokohama (Photokano)
Estúdio: Production Reed (Isekai wa Smartphone to Tomo ni, Nijiiro Days)
Estreia: 08/04/2018
Episódios: —
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A obra conta a história de Honey Kisaragi, uma estudante com uma vida normal até que o seu pai, Dr. Kisaragi, foi morto pela organização criminosa Panther Claw. Porém Kirasagi, antes de sua morte, revela que Honey é uma androide criada por ele. Ao dizer ”Honey Flash”, ela pode se transformar em uma guerreira de cabelos vermelhos e usar diversos disfarces, graças ao Air-System, um dispositivo que materializa objetos a partir do ar.

Comentários:

Marco

Nota: 3.25/5

Se ficou perdido, não tema, eles, ao que parece, decidiram jogar o público no meio da obra, para entregar sequências de ação e tentar empolgar, em vez de fazer um episódio introdutória. A introdução e explicação de tudo aquilo deve vir no episódio 2, ou então você pode ler a sinopse acima…

Esse é difícil avaliar. É uma obra dos anos 80 do autor de Devilman ganhando anime. Atualizaram a época ali, mas ainda parece uma obra descoloca no tempo, seja nas piadas ou na tentativa de provocar com erotismo (característica notória do autor de Devilman). Um anime de “garota mágica” (não é bem isso, mas tem elementos) com ecchi, usando ângulos provocantes e deixando a heroína pelada por boa parte do show, podia até causar surpresa, mas como usa um modelo de erotismo antigo, que não detalha em volume nenhuma das “partes”, acaba não parecendo nada demais para o que o povo já se acostumou a ver no estilo hoje em dia.

A parte de ter mortes no meio com tom sério, e tortura hardcore sem um tom não tão sério, é estranha. Dito tudo isso, a direção é de ponta, e tem sequências de animação lindas no combate. Repare nos ângulos (não só os eróticos) e giros constantes de câmera. Nesse ponto o anime é impressionante, mas em termos de história, não atrai muito.

 

Gegege no Kitarou*

Fonte: Manga
Gênero: Ação, Sobrenatural
Diretor: Kouji Ogawa
Estúdio: Toei Animation (One Piece, Dragon Ball)
Estreia: 01/04/2018
Episódios: 50
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A história gira em torno de Kitaro, um menino com poderes sobrenaturais que é o último sobrevivente da tribo dos fantasmas. Ele e seu pai lutam para estabelecer a paz entre humanos e yokais.

Comentários:

Marco

Nota: 3.25/5

Como eu não sou o público alvo (crianças de 8 a 12 anos, eu creio que seja o foco), fica difícil julgar esse. Eu achei a parte com o Youtuber imbecil muito bem bolada, mas o resto é bobinho, por mais que o anime ao menos tente dar uma sensação de urgência. A animação e ambientação é boa também, mesmo que o design não seja do meu agrado. Só recomendaria para um público bem novo que busca um anime misturando ação/aventura.

Marcelo

Nota: 3.5/5

Outra boa opção para quem gosta de Youkai e afins. O episódio tem um clima bem agradável de acompanhar, trabalhando um caso simples, mas bem desenvolvido, sobre o outro mundo, e as criaturas que tem lá. Eu particularmente gostei dos traços e character design, principalmente o das criaturas (a opening mostra algumas bem bizarras, por sinal), e no final, acabou sendo bem divertido de assistir como um todo.

Para quem procura algo mais simples, e não se incomoda muito com a construção episódica que o anime parece ter, pode valer a pena dar uma conferida no primeiro episódio.

Sirlene

Nota: 3/5

Obra antiga, a cada 10 anos eles sempre fazem uma nova temporada. É do tipo de anime que eu veria com os meus filhos (se eu tivesse) por ser divertidinho e abordar bastante coisa do folclore japonês, afinal o folclore japonês ou sobrenatural é a temática desse anime. A ambientação é agradável e os personagens não são exatamente carismáticos, mas também não te fazem odiá-los. É um anime totalmente episódico, então não espere uma trama central totalmente bem elaborada dele, pois é algo voltado realmente para um público mais infanto-juvenil e tem uma pegada meio Ghibli, ou seja, aquele tipo de obra bem Family mesmo.

Hisone to Masotan*

Fonte: Original
Gênero: Fantasia, Militar
Diretor:  Hiroshi Kobayashi (Kiznaiver)
Estúdio:  Bones (Fullmetal Alchemist, Boku no Hero Academia)
Estreia: 12/04/2018
Episódios: —
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A simples e inocente Hisone Amakasu é uma oficial novata da Força de Autodefesa, estacionado na Base Gifu da Força de Autodefesa do Ar. Ela estava lutando com o fato de que às vezes machuca as pessoas involuntariamente por suas palavras inocentes e decidiu se juntar à Força de Autodefesa do Ar, na esperança de manter uma certa distância das pessoas. Essa decisão levou ela a um encontro fatídico que mudou profundamente sua vida. Ela encontra o dragão “OTF”, escondido na base, e ele a escolhe como seu piloto. Hisone então se torna um piloto de dragão, em um mundo onde dizem que os dragões tem a chave para o futuro.

Comentários:

Marco

Nota: 3.75/5

Para um anime que eu nem queria ver, devido ao design horroroso de personagens (não, isso eu não mudei de ideia quanto), esse até que me causou uma impressão positiva. O anime não perde muito tempo, apresentando o elenco de maneira dinâmica, evitando diálogos longos ou explicações. Com isso você não fica entendiado, mesmo que esteja incomodado com o estilo de design extremamente simplificado, e conseguem passar muito bem a personalidade dos personagens mais importantes.

Admito que o modo que se pilota dragões nesse anime é o mais maluco e inovador que eu já vi (e eu já vi muita coisa!). De todo o anime foi o aspecto mais original. A animação (que não tem nada a ver com o design) é de primeira, o a parte de computação gráfica casa muito bem com a animação 2D, a ponto de passar despercebida por alguns. Admito que nem queria ver, mas depois do episódio 1 ser tão divertido, estou curioso por mais.

 

Ecchi

 

High School DxD Hero 4ª temporada

Fonte: Light Novel
Gênero: Ação, Ecchi, Romance, Comédia
Diretor: Yoshifumi Sueda (Rail Wars!)
Estúdio: Passione (Rokka no Yuusha, Rail Wars)
Estreia: 10/04/2018
Episódios: 13
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Continuação de DxD, que conta a história de um garoto que vira o servo de uma demônio.

Comentários:

Marco

Nota: 3/5

Quem ficou perdido nesse, se acalmem, eles tiveram que refazer o climax do episódio 9 da primeira temporada, adaptando ele igual ocorre no original. Na 3ª temporada eles trocaram um bando de coisas e ignoraram personagens importantes que deviam aparecer, e como resultado, a staff não tinha como seguir para os próximos volumes sem refazer o climax do Juggernaut Drive. Se você não lembra o que ocorre nesse arco e ficou perdido, volta na terceira temporada a reassisti os episódios 8 e 9. Imagine esse como um universo paralelo onde o final do arco é diferente… E esse é o final correto, o da 3ª temporada é original, modificando várias coisas e cortando outras.

Quanto a parte técnica, DxD nunca foi nenhum primor na animação, e isso não mudou, com os rostos meio inconsistentes ao longo do episódio, mas pelo menos a animação está mais fluida comparado a temporada anterior. Quem acha que a animação piorou, sua memória está ruim, volte na terceira temporada e compare, tem mais quadro estático nas lutas que outra coisa. O design mudou completamente, o que deixou os personagens parecendo mais jovens. Alguns vão gostar, outros não. Eu prefiro o da Light Novel, que nenhum dos design usados nos animes até agora segue direito.

E quanto ao enredo, quem achou meio anti-climático o final com os peitos resolvendo tudo, saibam que aquilo tem na light novel também, o autor de DxD adora esses anti-climax, onde está tudo muito sério e ele coloca algo meio ridículo no meio para quebrar a tensão. Acho horrível, mas tem gente que gosta. A direção, mesmo que seja meio capenga, não é culpada disso.

Em suma, DxD voltou no clima de sempre, misturando coisa séria com uma quebras meio zuadas no meio, mas que pelo menos consertam os eventos da temporada anterior para permitir a eles seguirem a história. Não tem como ajeitar tudo que eles cagaram na temporada anterior, mas ao menos eles se deram ao trabalho de refazer a mudança mais grave, em vez de ignorar tudo e sair adaptando a Light Novel ignorando os fãs que não conhecem o original, e iam ficar bem perdidos com alguns personagens aparecendo sem serem introduzidos antes. Apartir do episódio que vem a adaptação deve ficar menos confusa, iniciando um novo arco, ao invés de começar no final de um, como esse.

 

Hinamatsuri*

Fonte: Mangá
Gênero: Comédia, Sobrenatural
Diretor: Kei Okawa (Oregairu 2, Outbreak Company)
Estúdio: Feel (Tsuki ga Kirei, Yosuga no Sora)
Estreia: 06/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1 | PV2

Sinopse: 
A obra conta a história de Yoshifumi Nitta, um jovem yakuza que pertence ao Ashikawa-gumi. Um dia, um objeto estranho cai no seu quarto. Tal objeto contém uma garota sem emoção, mas poderosamente psiônica chamada Hina. Ameaçado por seu poder psíquico, Nitta permite que Hina viva com ele, um colega de quarto preguiçoso e desleixado. Gradualmente, Hina começa a confiar em Nitta, porque ele nunca tenta usar seu poder para seu próprio ganho pessoal.

Comentários:

Marco

Nota: 3.75/5

O que mais vende esse episódio é a relação do protagonista com a garota que ele encontra logo no começo do anime. Ele aceita tudo meio fácil demais, mas você logo releva isso pela divertida dinâmica entre os dois. O episódio não para, pulando de evento em evento, mas sem parecer corrido com isso, o que achei bem legal. Fui olhar o mangá e eles compilaram muito conteúdo dele, mas sem parecer rushado, eles apenas misturaram e reordenaram alguns eventos futuros já no episódio um (ela ir para o colégio, por exemplo, só ocorreria um pouco mais a frente).

O modelo de comédia da obra é um pouco mais sutil, sem um monte de caretas ou deformações de rosto para gerar humor, então quem estava procurando uma comédia menos “escrachada”, é essa aqui. Tem partes bem engraçadas, uma direção acima da média, e uma animação muito melhor do que você poderia esperar para um anime desse gênero. A sequência de luta inicial, fluida e com coreografia elaborada, já demonstra bem isso. Para quem quer um humor leve com sobrenatural/sci-fi e uma relação engraçadae bonitinha no modelo pai e filha (ambos estranhos), vale dar uma olhada nesse aqui.

Marcelo

Nota: 3.75/5

Deixando de lado o quão fácil o cara aceita toda a aparição da garota, e as coisas que ela pode fazer, o anime parece ser bem interessante. A comédia é boa, com piadas bem encaixadas e sem soar forçada. A relação entre os dois personagens principais também é bem agradável, e consegue te comprar rapidamente.

O anime também parece que vai apostar na aprendizagem entre ambos, dando várias dicas sobre o passado da Hina, e como ela devia ser tratada como uma verdadeira arma, o que para mim, aumenta bastante o nível de interesse sobre a obra.

Sirlene

Nota: 4/5

O timing cômico do diretor é muito bom e as situações arranjadas são meio que absurdas, mas como são inseridas nos momentos certos e na hora certa produzem um efeito agradável e bastante divertido. O anime tem muitas cenas apenas de interação de personagens, mas elas são mescladas a situações um pouco mais agitadas e engraçadas (como a parte da invasão ao “QG” do inimigo) o que não deixa a trama muito parada. A trilha sonora também é muito bem aplicada e produz o efeito desejado.

A dupla principal é simpática e a interação dos dois é muito gostosinha, parece uma relação bem pai e filha, aliás este episódio inteiro só focou os dois praticamente a fim de vendê-los ao público, o que funcionou bem pelos protagonistas terem um funcionamento bem orgânico juntos, então os demais personagens só darão as caras no decorrer da trama.

Vale dizer que a animação está bem fluida e consistentes e os segundos iniciais da obra são um show de sakugas que te instigam a querer saber como a trama chegou aquele ponto e o que está acontecendo de fato. Uma estreia realmente bem apreciável para quem quer uma comédia um pouco mais leve, sem abuso de exageros (apesar que tem muitas cenas bem nonsense, só que são bem medidas dentro do episódio) a todo o momento e cenas bonitinhas.

Mahou Shoujo Ore*

Fonte: Mangá
Gênero: Comédia, Ação, Magia
Diretor: Itsuro Kawasaki (Shining Hearts)
Estúdio: Pierrot+ (Beelzebub)
Estreia: 06/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1 | PV2

Sinopse: 
Saki Uno é uma garota do ensino médio e uma ídolo novata que tem uma paixão por Mohiro, o irmão mais velho de seu melhor amigo. Quando Mohiro é sequestrada por demônios, Saki prontamente faz um contrato sombrio para se transformar em uma menina mágica, o que transforma seu corpo em um homem bonito.

Comentários:

Marco

Nota: 3.5/5

Eu ri muito desse anime maluco. Eles zuaram praticamente todos os clichês possíveis em animes de garota mágica. Quanto mais você souber desses animes mais engraçado vai achar esse treco fumado. Se a direção fosse melhor seria ainda mais engraçado, mas ela deixa um pouco a desejar, deixando o crédito mais para o roteiro. Para quem quer uma paródia louca de garotas mágicas, vale a pena dar uma chance.

Marcelo

Nota: 3/5

Confesso que fui com muito medo de assistir isso, mas, felizmente, tudo acabou menos traumático do que imaginava. A ideia até que é divertida, brincando com as mahou shoujos e tudo mais. Porém, ainda é um humor meio especifico, que pode não casar para todo mundo.

O primeiro episódio funcionou bem comigo, me fazendo dar algumas risadas, principalmente com o mascote da garota sendo um gangster yakuza, mas já no segundo, as coisas ficaram bem mornas, e acabou sendo só um episódio no sense, com algumas piadinhas de nicho, onde o final acabou sendo o que mais me chamou atenção, por poder, a partir dali, criar algumas cenas mais engraçadas.

Pode ser interessante dar uma chance, mas é melhor ter em mente que as drogas ali foram um pouco pesadas.

Sirlene

Nota: 2.5/5

O trailer e a sinopse já demonstravam que este anime é totalmente nonsense, ou seja, não esperem nada sério vindo desta trama, porque o foco aqui é a comédia pela comédia e particularmente o humor dessa obra não casa comigo. Como a maioria de obras do tipo, é totalmente exagerado e extremamente forçado com o autor criando situações cômicas a todo momento criando um turbilhão sem fim, mas devo admitir que certas situações realmente chegam a ser engraçadas de tão absurdas. Contudo, um episódio inteiro deste humor escrachado pode acabar fazendo a coisa ser mais intragável do que divertida e consequentemente não cair no gosto de diversas pessoas, mas se o humor casou com você, a animação não é ruim, na verdade estava até decente e mostra potencial para ter uma cena bem animada aqui e ali, só que realmente não tem nada demais.

Jikken-hin Kazoku: Creatures Family Days*

Fonte: Mangá
Gênero: Sci-fi, Slice of Life
Diretor:
Estúdio:
Estreia: 09/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Uma família de irmãos mutantes tem que sobreviver sozinhos, depois que seus pais são presos por realizar experiencias genéticas ilegais neles. A história acompanha o dia a dia deles tentando achar a cura para suas mutações.

Comentários:

Sirlene

Nota: 2.5/5

Definitivamente uma história interessante que poderia ser melhor dirigida, porque estou dizendo isto? porque o design de personagens é bonito e a animação é fluida em diversos momentos, mas as transições são péssimas. Isto se torna bem nítido quando vão destacar um quadro estático. Compreenda que o uso de quadro estático não é um erro, mas um recurso precioso se o quadro é todo estilizado para uma cena em questão (tem diversos no final de sangatsu no lion) sendo amplamente utilizado para destacar algum evento ou algum sensação, mas os quadros usados em Jikken-hin apesar de serem bonitos não consegue casar com o todo e ficam meio deslocados e a mesma coisa acontece com os quadros animados que também são mais estilizados.

Além do storyboard do episódio inteiro me passar a sensação que este cara só deu um copy past já que a animação é fluida, mas a narrativa não consegue ter uma progressão que vc ache dinâmica e natural. Basicamente, eles te entregam o elenco de maneira muito superficial e abrupta, então observem que os personagens são até carismáticos e simpáticos, mas a apresentação não consegue vendê-los ao público. Creio que o maior culpado disso seja o diretor porque faltou incrementar algumas informações ou aspectos sobre o protagonista e o elenco de forma mais orgânica.

Como dito anteriormente, as coisas são apenas jogadas e não transmitidas sutilmente para você, sendo este o aspecto que falta nessa obra, sutileza para entregar o sentimento contido na obra e na história dos personagens. Este tipo de anime requer uma maior sensibilidade e uma mão forte da direção para dá certo, principalmente em cima da construção de personagens ou acaba sendo apenas algo extremamente raso e sem profundidade alguma. Para piorar, o emprego da trilha sonora também é horrível, o que estraga a composição musical do anime, já que as osts são até bonitas e seriam funcionais se aplicadas corretamente e não enfiadas no meio das cenas de maneira quase forçada.

Tachibana-kan to Lie Angle*

Fonte: Mangá
Gênero: Comédia, Escolar, Yuri
Diretor: Hirasawa Hisayoshi (Netsuzou Trap)
Estúdio: Creators in Pack (Netsuzou Trap)
Estreia: 03/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Na história, uma garota vai morar em um dormitório cheia de lésbicas, e algumas se sentem atraídas por ela.

Comentários:

Marco

Nota: 2/5

Meh, comédia sem graça de 5 minutos. Até quem gosta de Yuri vai ficar decepcionado, eu acho.

Marcelo

Nota: 1.5/ 5

Se episódios de 3 minutos já podem ser bem vazios por conta do tempo, imagina fazer isso de forma ainda mais vaga? As piadas aqui são o padrão do gênero, abusando do clichê de “chegando pela primeira vez no lugar”, mas fazendo de forma tão aleatória que nem mesmo isso funciona, e quando você menos espera, o episódio acaba sem ter feito nada (não, não é culpa dos episódios curtos).

Uchuu Senkan Tiramisu*

Fonte: Mangá
Gênero: Comédia, Sci-fi, Mecha
Diretor: Hiroshi Ikehata (Robot Girls Z, Seiyu’s Life)
Estúdio: Gonzo (Full Metal Panic, Rosario + Vampire)
Estreia: 02/04/2018
Episódios: 12
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Trailer: PV1

Sinopse: 
Em um futuro distante, quando a humanidade prosperava, alcançando grandes progressos, como o aumento da expectativa de vida e a conquista do espaço, uma guerra explode entre suas colonias interplanetárias. A Terra, em segredo, começa a construir um novo navio de guerra espacial chamado Tiramisu, assim com a eclosão da guerra, um piloto prodígio guia o navio como um farol de esperança para a humanidade.

Comentários:

Marco

Nota: 3/5

Comédia de 7 minutos. É até engraçada com as loucuras do protagonista, mas quando você está começando a gostar acaba… Quem curte comédia vale uma olhada, mas o tempo de duração não ajuda.

Sirlene

Nota: 2.25/5

Outro anime de comédia apenas pela comédia, como Ore, as piadas são muito expositivas e exageradas em determinados momentos, o que acabou não entrando no meu gosto. Além disso, muitos diálogos beiram ao ridículo e ao invés de te fazerem rir te fazem pensar que o anime todo é apenas uma sátira com piadas bobinhas. Particularmente, acho que tem animes de comédia ou sátiras melhores com um humor menos forçado do que o dessa obra, mas caso o humor casou com seu, a animação é ok, só não espere nada surpreendente disso.

Butlers: Chitose Momotose Monogatari*

Fonte: Original
Gênero: Comédia
Diretor: Ken Takahashi (Prisma Illya 3)
Estúdio: Silver Link (Rakudai Kishi, Prisma Illya).
Estreia: 11/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A história acompanha as vidas de um estudante e um assiste em uma cafeteria, viajando no tempo e enfrentando vilões, enquanto tentam levar uma vida normal ao mesmo tempo, sem muito sucesso.

Comentários:

Sirlene

Nota: 2/5

Sinceramente uma estreia monótona, foi basicamente o episódio inteiro apresentando o elenco de personagens um atrás do outro com a maioria dos diálogos sem conteúdo realmente relevante para a trama, enquanto o protagonista que é o presidente do conselho estudantil está atrás de outro suposto butler e finalmente quando ele o encontra o diálogo dos dois é expositivo demais para o meu gosto ( eles tentam te vender o atrito dos dois, mas saiu algo bem forçado). Resumindo, o protagonista está atrás da irmã dele que aparentemente está sumida enquanto dá uma de aluno perfeito em uma academia supostamente de elite para encontrar pistas dela.

A animação não é nada demais, na verdade é bem econômica, então mesmo as cenas de ação passam emoção alguma ( na verdade eu me pergunto se teve alguma ação nesse negócio de tão parado que o episódio foi). A trilha sonora é mais do mesmo e bem seca. Tem animes com enredos mais interessantes para você passar o seu tempo nessa temporada.

Comédia ROmantica

Tada-kun wa Koi wo Shinai

Fonte: Mangá
Gênero: Comédia, Romance, Escolar
Diretor: Mitsue Yamazaki(Gekkan Shoujo Nozaki-kun)
Estúdio: Doga Kobo (Gekkan Shoujo Nozaki-kun, Umaru-chan)
Estreia: 05/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Na história, Mitsuyoshi Tada, um jovem que nunca conheceu o amor, está tirando fotos das flores de cerejeira em plena floração quando conhece Teresa Wagner, uma estudante transferida do Luxemburgo. Ao chegar no Japão, ela se perdeu, separada de seu companheiro de viagem. Mitsuyoshi resolve ajudar e a traz para o café do seu avô.

Comentários:

Marco

Nota: 4/5

O primeiro episódio é mais uma introdução da metade do elenco, então é difícil julgar por ele, já que apenas a partir do episódio que vem veremos todos os personagens interagindo, como devem se manter por quase todo anime. O tom é extremamente bem humorado, nada de drama ou coisa do tipo, é uma verdadeira comédia romântica.

A loira é um sarro com suas loucuras do Raibow Samurai, e o protagonista com jeitão sério consegue passar simpatia, só o amigo que achei exagerado. Tudo bem que é para gerar comédia, mas é o “amigo que se acha gostosão” misturado com a voz de “personagem gay espalhafatoso”, então é difícil levar ele a sério, parece uma caricatura ambulante. Mas foi uma estreia agradável mesmo assim, com certeza vou continuar acompanhando. Até porque, como quase todo anime original, promete um final fechado. A parte técnica, vale dizer, é invejável, cheia de cortes fluidos sutis, interpretação e closes com traços bem definidos.

Marcelo

Nota: 4/5

Uma estreia que vale a pena ficar de olho. O episódio se foca em apresentar os personagens, mas consegue distribuir bem algumas informações interessantes no meio disso, como o passado do protagonista, e a verdadeira origem da garota, além de ter um timing divertido para piadas. O elenco segue o padrão, mas consegue ter personalidade própria, em especial a Teresa, com o jeito carismático que te compra rapidamente.

Por conta desse introdução toda, não dá para ter uma visão muito apurada do que o anime pode oferecer, mas o clima criado nesse episódio me deixou bem otimista sobre o que esperar.

Sirlene

Nota: 4/5

Aparentemente um anime para quem curte comédias românticas levinhas, mas que tenha uma certa dose de drama em algumas partes (As indicativas na OP e no decorrer deste episódio do protagonista ter perdido os pais cedo, o que deve estar relacionado ao seu medo de altura ou de viajar de avião). O episódio foi mais uma apresentação do elenco principal, mas cumpriu sua tarefa com vigor já que os personagens interagindo se mostraram bem agradáveis e engraçados, em especial os momentos cômicos do protagonista com a heroína e suas viagens com o drama preferido dela. O diretor tem um ótimo time cômico, então as piadas são inseridas nos momentos certos e da forma certa, sem ser algo muito exagerado ou forçado.

A animação é bem consistente e fluida a maior parte do tempo e a trilha sonora é boa, inclusive a OP apresentando todo o elenco é divertida e criativa em algumas partes (as associações com filmes românticos). Se alguém ainda tinha dúvida que uma boa direção faz falta é só comparar esta estreia com a de 3D Kanojo (Real Girl). Agora se o anime vai seguir mais a comédia ou o romance, só nos episódios seguintes para se ter um panorama geral da pegada que a série vai tomar.

Wotaku ni Koi wa Muzukashii

Fonte: Mangá
Gênero: Comédia, Romance
Diretor: Wakada Miazugi (Working)
Estúdio: A1-Pictures (Sword Art Online, Kimi no Uso)
Estreia: 12/04/2018
Episódios: 11
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 

A série foca em quatro programadores de uma empresa, que acabam formando dois casais.  São todos nerds/otakus, cada um com um vício diferente, de mangás a jogos.

Comentários:

Marco

Nota: 3.75/5

Comédias focando em protagonistas adultos ainda são relativamente raras (a maioria coloca crianças ou adolescentes no meio, mesmo que tenha adultos), e essa aqui é uma das mais leves e divertidas que conheço. O mangá é ótimo, e o anime, seguindo ele a risca, ficou bem agradável de assistir também. Nerds mais velhos vão se identificar facilmente com o elenco, e o romance, para quem busca, não enrola nem um pouco, como o episódio 1 deixa claro.

Infelizmente a direção me decepcionou. O diretor não fez nada para melhorar o original, só copiou o mangá quadro a quadro, implicando que ou estava sem tempo para usar de criatividade para melhorar uma cena ou outra, tornando ela mais engraçada, ou criativa em termos de abordagem, ou só estava sem inspiração mesmo. Em suma, a direção não fede nem cheira, e a animação também não ficou nenhum primor. Todo crédito do episódio pode ser dado ao mangaka, já que o primeiro episódio foi uma cópia sem tirar nem por do original, o que é melhor que nada, mas ainda decepcionando, levando em conta que já vi esse diretor fazer melhor que isso.

A sequência deles combinando os movimentos na Opening foi a coisa que mais me chamou atenção, devo admitir, reassisti ela um bando de vezes, ficou muito charmoso, e passa bem a ideia dessa obra, que é uma daquelas que vai te deixar para cima facilmente, ao menos se continuar seguindo o mangá. Para quem busca um romance leve e divertido com adultos, vale muito a pena esse aqui, mesmo com a direção pouco inspirada.

Sirlene

Nota: 4/5

Uma estréia bem agradável e divertida, animação é razoavelmente boa, apesar de não ser nada demais, sendo mediana a maior parte do tempo. O Storyboard da opening segue o padrão de apresentar o elenco principal, mas possui um roteiro criativo e que vende bem o perfil dos personagens. Mesmo sendo um episódio de estreia, cumpriu seu papel entregando de forma eficiente sua comédia com piadas bem funcionais e que são bem engatilhadas. A

s situações se desenvolvem de uma maneira cômica, mas que não soa tão forçada e mesmo os momentos que são mais abruptos, não acabam criando desconforto por serem engatados nos momentos apropriados. A trilha sonora é bem composta e aplicada. A interação do casal principal também é gostosa, principalmente pelos dois possuírem personalidades distintas, mas que acabam funcionando bem juntas, sendo a protagonista bem extrovertida e atrapalha, enquanto o protagonista é bem mais sério e reservado.

Os colegas de trabalhos também apresentaram perfis bem interessantes e são simpáticos. Outro ponto positivo, o protagonista apesar de meio frio é bem direto e sabe o que quer, além disso acho que não poderão reclamar sobre romance enrolado já que determinada cena neste episódio te entrega um pedido de namoro interessante (parecia mais uma negociação que um pedido de namoro, então eu rir para caramba internamente). Com toda a certeza, junto com Tada-kun, uma das comédias com ar mais leve e prazerosa dessa temporada.

Real Girl*

Fonte: Mangá
Gênero: Comédia, Romance
Diretor: Takashi Naoya (Touken Ranbu: Hanamaru)
Estúdio: Hoods Entertaiment (Drifters)
Estreia: 03/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 

Kanojo 3D conta a história de Hikari Tsutsui, um garoto do ensino médio que está satisfeito com as meninas virtuais que ele encontra em animes e jogos. Ele não tem muitos amigos e vive em seu próprio mundo. Um dia, quando ele estava limpando a piscina da escola, ele é abordado pela Iroha, uma “garota real” que é bem vista e popular entre os garotos da escola.

Comentários:

Marco

Nota: 3.25/5

Esse aqui parece mega rushado, com um evento em cima do outro, sem nenhuma parte passar lá muita emoção. A direção foi meio insonsa, em geral. Mas dizem que isso é culpa do mangá também, eles só seguiram os eventos dele a risca (ele fica mesmo pulando de um para o outro). O final não soaria tão forçado se o cara não começasse o anime dizendo que odeia garotas 3D (que mudança rápida…).

Eu tenho um fraco por romance, então vou acompanhar, até porque deve ter final fechado (o mangá já acabou). Mas depois dessa estreia estou com a expectativa mais baixa em termos da direção (a cena do protagonista defendendo a heroína é meio bizarra também, já que a personalidade dela não bate com donzela em perigo). Acho que meu maior motivar no momento é entender porque a protagonista estava beijando uns caras random em uma parte da história.

Marcelo

Nota: 3/5

Parece que o objetivo aqui era fechar o casal já no primeiro episódio, talvez para causar uma boa impressão, ou porque é assim no original. Não sei. Mas seja com for, isso não funciona muito bem, deixando tudo muito rápido e banal. Em vinte minutos acontecem tantos eventos chaves, que no final nenhum deles parece realmente importar, e você apenas aceita que os dois iam ficar juntos, mesmo o protagonista sendo o estereotipo “2D > 3D”.

No final, a garota acabou sendo o que mais me segurou ali, assim como um pouquinho de interesse no que pode surgir da relação entre os dois.

Sirlene

Nota: 2.25/5

Dá para ver, mas “existem outras opções melhores que te divertem” seria a descrição para a estreia dessa obra, a comédia é levinha e não ficam te forçando piadas toda hora. As piadas são boas, mas infelizmente perdem metade do impacto por possuírem uma direção morna, ou seja, a falta de inspiração no arranjo das cenas e no timing cômico compromete e muito a obra, sendo que até as cenas românticas não passam emoção alguma. O desenvolvimento do episódio deixa uma sensação que a coisa foi bastante corrida, as situações elaboradas não são ruins, mas sinceramente poderiam ser melhor pensadas e o desfecho do episódio foi muito abrupto para duas pessoas que acabaram praticamente de se conhecer.

O ponto positivo: os personagens não são tão clichês, na verdade, nem um pouco já que tomam algumas atitudes que outros personagens do mesmo gênero não tomariam, o que os diferencia um pouco, no entanto, sem uma boa dosagem nas situações e outros fatos que justifiquem tais atitudes, elas podem parecer forçadas. Outro fator que compromete as cenas de mais impacto: não conhecemos basicamente nada dos personagens, eles são apenas inseridos e todas as informações dadas são superficiais, então não nos importamos tanto com eles para nos emocionarmos e se incluirmos no pacote. Com uma trilha sonora extremamente fraca, temos a receita completa para algo que pode com certeza desandar completamente, então enquanto o mangá melhora com o tempo o anime terá muita dificuldade com essa direção e animação medíocres.

Drama

Steins Gate Zero

Fonte: Jogo
Gênero: Suspense, Drama, Romance, Sci-fi
Diretor: Kenichi Kawamura (Qualidea Code)
Estúdio: White Fox (Steins;Gate, Re:Zero)
Estreia: 11/04/2018
Episódios: 23
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Após viajar no tempo e tentar salvar Makise Kurisu diversas vezes, Okabe desiste. Por causa disso, Okabe abandona o seu alter-ego ”maluco” e tenta viver uma vida normal para esquecer as tragédias que aconteceram. Meses depois, ele conhece Maho Hiyajo, uma cientista e amiga de Kurisu. As duas trabalhavam em um programa chamado Amadeus, onde são armazenadas as memórias das pessoas, para criação de uma espécie de inteligência artificial que se assemelha ao ser humano. Descobrindo a relação entre Okabe e Kurisu, Maho o convida a testar o Amadeus, conversando com a versão digital da Kurisu.

Comentários:

Marco

Nota: 4/5

Esse me surpreendeu. Foi o primeiro anime que mudou diretor e designer que eu vi conseguir se manter no mesmo nível da temporada anterior. Quem ficou perdido nesse, vai ter que reassistir os 3 episódios finais da temporada anterior. Essa é uma linha do tempo paralela onde o protagonista não conseguiu salvar a heroína de cabelo vermelho. Isso é bem passado pela melancolia dele, inclusive na mudança das roupas, agora sempre de preto, como se estivesse de luto. A direção se saiu muito bem no foco sobe as expressões de dor e desespero dele, lembrando constantemente dos eventos pelos quais passou.

E assim como na primeira temporada, a obra começa lenta, apresentando o elenco, mas mesmo com o clima pesado, até consegue algumas piadas para aliviar a tensão. Para quem espera impacto ele só bem no final do episódio (assim como na estreia da primeira temporada), te deixando curioso para o que acontece a seguir.

A animação, incluindo o uso de filtros, está bem similar a primeira temporada, como se o diretor tivesse estudado ela bastante para tentar fazer algo no mesmo estilo. E a direção dele, ao menos nesse episodio, foi bem competente também, tanto no foco mais meticuloso de expressões, ângulos, e uma sequência estilizada com a Makise coberta de sangue. Se ele consegue manter isso até o final é outra história, mas ao menos foi um começo bem mais promissor do que eu esperava, e que faz jus a série anterior.

Sirlene

Nota: 4/5

Cumpriu com o dever e manteve a qualidade da série original, pelo menos nesse episódio de estreia, mantendo uma narrativa com aspecto bem mais sério e com o ar bem pesado e tenso já que o Okabe desta linha de tempo é bem mais reservado e negativo (desistiu de tentar salvar a amiga depois de ver que ela morria em todas as linhas de tempo). O episódio também já engata algumas situações e acontecimentos que despertam o interesse do espectador, como a cena de impacto com o Amadeus que querendo ou não acaba te puxando para o próximo por curiosidade em saber como o Okabe lidará com a tal inteligência artificial e como ela será utilizada em meio a um texto que envolve viagens no tempo.

A trilha sonora também foi bem utilizada, principalmente nos momentos de maior tensão psicológica do protagonista, inclusive a direção foi bem competente em transmitir o estado emocional traumatizado dele se focando bastante no olhar mais vazio e nas expressões do personagem, indo além da mudança de visual empregado no mesmo para transmitir isto (acho que a troca de roupas foi desnecessária, tem só com as expressões e atitudes já dá para salientar a mudança sem precisa trocar o vestuário do personagem).

Outro ponto que vale a ser citado é que para aliviar um pouco o tom mais denso do anime, eles colocaram alguns momentos de comédia, mas sinceramente a comédia de steins;gate nunca funcionou comigo por achar meio bobinha, mas não prejudica tanto a obra e ajuda a quebra um pouco de tensão. Agora é esperar para ver se manterão a consistência na animação e a boa direção deste episódio.

Dorei-ku: Boku to 23-nin no Dorei – The Animation

Fonte: Mangá
Gênero: Drama, Psicológico
Diretor: Ryouichi Kurata (Tsugomomo)
Estúdio: Zero-G (Battery, Tsugomomo)
Estreia: 13/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Doreiku conta a história de um jogo de sobrevivência em que 24 participantes usam um dispositivo chamado SCM (Método de Controle de Escravos), o qual permite o usuário fazer seu oponente como escravo, caso ganhe dele em uma aposta. Cada personagem tem seus motivos para participar desse jogo e usar o dispositivo, que vai ficando cada vez mais doentio.

Comentários:

Marco

Nota: 3.5/5

Esperava algo trash e exagerado, mas esse episódio 1 até que foi bem controlado nesse aspecto. Na verdade alguns nem devem ter gostado de como eles aliviaram a maioria das cenas, principalmente de violência sexual. A cena do carro é tão leve que você só tem absoluta certeza que a mulher violentada quando ela afirma isso verbalmente. E é legal ver a vingança dela, vale dizer.

Já o casal principal, que divide o tempo de tela com o caso da mulher violentada, não tem muito o que dizer por enquanto, mas o modo como ela diz que se arrepende amargamente de ter conhecido ele, dá a clara noção que vai dar ruim em algum momento. Para quem quer um anime psicológico tenso, vale dar uma olhada. A direção por enquanto está bem competente, e animação, mesmo que não esbanje, está consistente e tem alguns designs bonitos.

Piano no Mori*

Fonte: Manga
Gênero: Drama, Música
Diretor: Ryoutaro Suzuki
Estúdio: Fukushima Gainax
Estreia: 08/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A obra conta a história de dois jovens pianistas com diferentes estilos de vida. Kai é filho de uma prostituta e aprendeu a tocar em um piano abandonado em uma floresta perto de sua casa. Já Shuuhei é membro de uma família de prestigiados pianistas. Os dois acabam reunidos por meio de um elemento que os liga: a música.

Comentários:

Sirlene

Nota: 2.25/5

A expressão obra é até interessante, mas a animação é um horror nunca caiu tão bem quanto nessa estréia. Sinceramente, fiquem com o mangá ou o filme da Madhouse. O design de personagens não é dos melhores, na verdade, é feia para caramba, apresenta um bocado de inconsistências. A direção é completamente mecânica e a animação muito, mas muito meia boca com um uso de CG que sangra os seus olhos. Basicamente a cena que deveria te chamar para a obra que é do concerto do protagonista no início do episódio consegue te passar emoção alguma, isto graças a um storyboard com uma péssima escolha de ângulos.

A história em si parece interessante e o episódio foca o passado do protagonista e em apresentar a proposta da obra que provavelmente é a amizade dele com o amigo de família renomada. O fato do protagonista tocar piano como profissional pode aparentar ser meio milagrosa, mas provavelmente no decorrer da trama vão mostrar como ele aprendeu tocar piano já que apenas brincar com um piano velho não te faz aprender a tocá-lo ( se me forçarem que ele aprendeu a tocar assim, desculpa, não me convence e vai parecer quase milagre aos meus olhos já que a pessoa precisa pelo menos de alguma instrução para ser um autodidata). Em relação aos personagens, o protagonista é até que carismático e sua interação com o amigo é bem agradável, enquanto os demais personagens por enquanto são bastante ok. A trilha sonora é até decente e bem composta, realmente uma pena que tenha dado esta obra para um estúdio tão medíocre.

 

Lostorage conflated WIXOSS*

Fonte: Original
Gênero: Drama
Diretor: Risako Yoshida
Estúdio: J.C Staff (Dungeon ni Deai, Shokugeki no Souma)
Estreia: 06/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Continuação de Lostrage incited Wixxos.

Comentários:

Marcelo

Nota: 3/5

No final, o que mais me chamou atenção foi a opening, porque lá dá para ver os personagens que vão aparecer, e aí sim ficar empolgado com o que pode acontecer.

O episódio começou sem perder muito tempo, mostrando o hack que a Suzuko usou no final da primeira temporada, e já dando continuidade ao que o plot vai tentar trazer nessa season, o problema para mim, continua na protagonista, que não consegue impressionar como a anterior, principalmente por ser meio perdida no que quer dá vida.

Não faz sentido passar um primeiro episódio inteiro procurando formas de voltar para o jogo, se no final ela vai dar para trás e mudar de ideia. Acaba soando só como um desculpa para contar o que precisavam, e forçar uma dúvida sem necessidade, que mal funciona como gancho.

Por fim, o que salvou tudo foi os minutos finais, onde a Rukko aparece, e de deixa otimista com o que pode acontecer (depois vem a OP para completar).

Slice of life

Amanchu! Advance

Fonte: Mangá
Gênero: Slice of life, Comédia, Escolar
Diretor: Satou Junishi (Aria)
Estúdio: J.C Staff (Dungeon ni Deai, Shokugeki no Souma)
Estreia: 07/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Continuação de Amanchu.

Comentários:

Marcelo

Nota: 3.5/5

Mantendo o mesmo clima da temporada passada, o anime começou bem, reforçando a amizade entre a Teko e a Hikari, além de trazer aqueles momentos relaxantes, sem perde o lado cômico.

Ao que parece, essa temporada vai tentar um drama um pouco mais elaborado, dando a entender que pode acontecer uma possível separação no grupo, o que, claro, ajuda deixar um pouco mais interessante as coisas por aqui.

Comic Girls*

Fonte: Mangá
Gênero: Slice of life, Comédia, Escolar
Diretor: Yoshinobu Tokumoto (Devils Line)
Estúdio: Nexus (Wakaba Girls)
Estreia: 05/04/2018
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A vida cotidiana de várias mangakas vivendo no mesmo dormitório.

Comentários:

Marco

Nota: 3.5/5

Um anime de garotas fofinhas fazendo coisas com uma proposta nova, para variar. Agora são mangakás fofas fazendo mangá! Pode parecer que estou zuando a obra, mas é só para deixar clara a proposta que o trailer e visual passava.

Qual minha surpresa, quando o anime tenta se vender muito mais como comédia do que como moe de slice of life. É piada sem parar, e uma protagonista depressiva (e ferrada) cheia de caras e bocas. Dá para rir bastante com a interação do elenco, e até aprender algumas coisas sobre mangá. Para quem curte comédia, vale tentar esse aqui, não era bem o que parecia, e a direção tem um excelente timing.

Marcelo

Nota: 4/5

Grandes chances de ser a comédia moe da temporada. O humor foi bem agradável para mim, sem abusar muito de fan services em momentos que poderia fazer isso de forma bem agressiva. A temática dele também contribuiu bastante para deixar as coisas divertidas, com várias brincadeiras em cima dos gêneros e tipos de mangás que tem por aí.

As garotas foram bem simpáticas, criando algumas ironias para os estilos de desenhos que escolheram. Como tem sido de praxe recentemente, rola aquele leve yuri bait, mas nada muito pesado para incomodar quem não gosta de coisas do tipo.

Eu não colocaria muitas expectativas nisso, mas se conseguiram aproveitar bem a ideia, daria para ser mais um daqueles animes bobinhos, onde você consegue aprender/ver um pouco mais sobre a produção de mídias do gênero (mangás, light novel, animes e por aí vai)

Esportes

Captain Tsubasa (2018)

Fonte: Mangá
Gênero: Esporte, Comédia, Drama
Diretor: Toshiyuki Kato (Level E)
Estúdio: David Production (Jojo’s Bizarre Adventure)
Estreia: 02/04/2018
Episódios: 52
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Captain Tsubasa conta a história de Tsubasa Oozora (Oliver Tsubasa na versão brasileira e portuguesa), um garoto de 11 anos que tem um grande talento pelo futebol e é reconhecido pelo seu técnico, e ex-jogador brasileiro, Roberto Hongo, que decide levar Tsubasa para o Brasil e treiná-lo para a Copa do Mundo.

Comentários:

Marco

Nota: 2.5/5

Acho que deviam ter tentado atualizar o design, ele é muito estranho hoje em dia. Mas o problema fica na história em si, que é cheio de exageros absurdos, desde o garoto que sobreviveu à bola que não seguia a física, até o cara que defende qualquer coisa. Não tem poderes aqui, mas a impressão que fica é que as pessoas mostradas não são seres humanos normais. No mais só apresentam o protagonista obcecado por futebol, que não achei nada demais. Para quem tem nostalgia level 100 do anime dos anos 90 pode acabar curtindo, mas para mim, que não ligo para esse aspecto, não funcionou.

Uma Musume: Pretty Derby

Fonte: Jogo
Gênero: Esporte, Comédia
Diretor: Kei Oikawa (Oregairu 2, Minami-ke)
Estúdio: P.A Works (Shirobako, Sakura Quest)
Estreia: 01/04/2018
Episódios: 13
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A história acompanha uma garota cavalo em uma escola especial, que a treina para competições de corrida de garotas cavalo.

Comentários:

Marco

Nota: 3.5/5

Não dava nada, mas foi divertido até. O humor funcionou comigo, incluindo as garotas com nomes de cavalos de corrida famosos. É bizarro, mas engraçado. E a série também não perde muito tempo, mandando a personagem direto para corridas, logo depois de chegar ao colégio. Não sei se vai manter o pique, mas ao menos nos dois primeiros episódios me divertiu. A animação está muito boa, como é comum desse estúdio.

Marcelo

Nota: 4/5

Mais um da lista de “coisas que viram garotas no Japão”, o anime conseguiu ser bem divertido. A protagonista é bem simpática, por mais que ainda caia no clichê de garota do interior, e os demais personagens seguem a mesma linha, trazendo alguns character design interessantes, que tentam cobrir o maior número de gostos possíveis (ainda mais se você joga no time das garotas com orelhas de bichinho).

Para quem tem receio sobre o quão parado poderia ser, os dois episódios entregam bastante movimentação, com corridas e treinos, além de aproveitar algumas ideias shounen, como o treino da protagonista sendo usado em uma corrida importante, assim como a sua capacidade de “copiar e intuir” certas coisas durante a corrida.

A proposta pode soar meio esquisita, mas até que funciona, e mesmo que seja cedo para dizer, pode até mesmo acabar se tornando mais um daqueles animes com esportes estranhos que conseguem divertir.

Gurazeni

Fonte: Mangá
Gênero: Esporte, Drama
Diretor: Ayumu Watanabe (Koi wa Ameagari, Space Brothers)
Estúdio: Deen (Konosuba, Rakugo)
Estreia: –/04/2018
Episódios: —
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A história acompanha um jogador profissional, em um time com administração extremamente estratégica, que paga seus jogadores dependendo de sua performance.

Comentários:

Marco

Nota: 2.5/5

A proposta de ver o esporte de uma forma mais fria, apenas como um ganha pão complexo, é até legal, mas o modo que o autor expõe isso é… entediante. O anime é todo um grande monólogo com narração do protagonista sobre tudo que acontece, o que deixa parecendo mais um documentário do que uma história (ele inclusive fala com o público às vezes). Não existe emoção, tensão, reviravoltas, só um jogador meia-boca tentando garantir sua aposentadoria (sem comédia também), o que não é lá muito animador de se querer acompanhar.

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Data de Estreia
Data Títulos
01/04 Gegege no Kitarou
Nil Admirari no Tenbin
Amai Choubatsu: Watashi wa Kanshu Senyou Pet
Uma Musume: Pretty Derby
02/4 Omae wa Mada Gunma wo Shiranai
Mahou Shoujo Ore
Kakuriyo no Yadomeshi
Uchuu Senkan Tiramisu
Captain Tsubasa (2018)
Shounen Ashibe GO! GO! Goma-chan 3rd Season
03/4 Gundam Build Divers
Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These – Kaikou
Tokyo Ghoul:re
Tachibana-kan to Lie Angle
Lupin the Third: Part 5
3D Kanojo: Real Girl
Neko Neko Nihonshi 3rd Season
04/4 Alice or Alice
Juushinki Pandora
Aikatsu Friends!
05/4 Tada-kun wa Koi wo Shinai
Usagi no Mathew
Comic Girls
Megalo Box
Saredo Tsumibito wa Ryuu to Odoru: Dances with the Dragons
06/4 Inazuma Eleven: Ares no Tenbin
Hinamatsuri
Akkun to Kanojo
Lostorage conflated WIXOSS
Nobunaga no Shinobi: Anegawa Ishiyama-hen
Mahou Shoujo Site
07/4 Boku no Hero Academia 3rd Season
Major 2nd
Amanchu! Advance
Devil’s Line
Sword Art Online Alternative: Gun Gale Online
Persona 5 the Animation
Hoozuki no Reitetsu 2nd Season Part II
Koneko no Chii Ponpora Dairyokou
Waka Okami wa Shougakusei!
Layton Mystery Tanteisha: Katri no Nazotoki File
Kiratto Pri☆chan
08/4 Cutie Honey Universe
Caligula
Piano no Mori
Shokugeki no Souma: San no Sara – Toutsuki Ressha-hen
Binan Koukou Chikyuu Bouei-bu Happy Kiss!
09/4 Jikken-hin Kazoku: Creatures Family Days
Golden Kamuy
Souten no Ken: Regenesis
Fumikiri Jikan
LadySpo
10/4 High School DxD Hero
Rokuhoudou Yotsuiro Biyori
11/4 Last Period: Owarinaki Rasen no Monogatari
Steins;Gate 0
Butlers: Chitose Momotose Monogatari
12/4 Hisone to Masotan
Wotaku ni Koi wa Muzukashii
13/4 Full Metal Panic! Invisible Victory
Dorei-ku The Animation
–/4
–/4
Filmes
Lançamento Semanal
Dia da Semana Títulos
Segunda Omae wa Mada Gunma wo Shiranai
Mahou Shoujo Ore
Kakuriyo no Yadomeshi
Uchuu Senkan Tiramisu
Captain Tsubasa (2018)
Golden Kamuy
Souten no Ken: Regenesis
Fumikiri Jikan
LadySpo
Terça Gundam Build Divers
Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These – Kaikou
Tokyo Ghoul:re
Tachibana-kan to Lie Angle
Lupin the Third: Part 5
3D Kanojo: Real Girl
Neko Neko Nihonshi 3rd SeasonHigh School DxD Hero
Rokuhoudou Yotsuiro Biyori
Quarta Alice or Alice
Juushinki Pandora
Aikatsu Friends!Last Period: Owarinaki Rasen no Monogatari
Steins;Gate 0
Butlers: Chitose Momotose Monogatari
Quinta Tada-kun wa Koi wo Shinai
Usagi no Mathew
Comic Girls
Megalo Box
Saredo Tsumibito wa Ryuu to Odoru: Dances with the DragonsHisone to Masotan
Wotaku ni Koi wa Muzukashii
Sexta Inazuma Eleven: Ares no Tenbin
Hinamatsuri
Akkun to Kanojo
Lostorage conflated WIXOSS
Nobunaga no Shinobi: Anegawa Ishiyama-hen
Mahou Shoujo SiteFull Metal Panic! Invisible Victory
Dorei-ku The Animation
Sábado Boku no Hero Academia 3rd Season
Major 2nd
Amanchu! Advance
Devil’s Line
Sword Art Online Alternative: Gun Gale Online
Persona 5 the Animation
Hoozuki no Reitetsu 2nd Season Part II
Koneko no Chii Ponpora Dairyokou
Waka Okami wa Shougakusei!
Layton Mystery Tanteisha: Katri no Nazotoki File
Kiratto Pri☆chan
Domingo Gegege no Kitarou
Nil Admirari no Tenbin
Amai Choubatsu: Watashi wa Kanshu Senyou Pet
Uma Musume: Pretty DerbyCutie Honey Universe
Caligula
Piano no Mori
Shokugeki no Souma: San no Sara – Toutsuki Ressha-hen
Binan Koukou Chikyuu Bouei-bu Happy Kiss!

Próxima Temporada:

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Log de edições:

05/04 – Análise de Megalo Box, Tada-kun, Uma Musume, Real Girl, Uchu Senkan, Tachibana, Tokyo Ghoul:Re, Ginga Eyuu Densetsu, Kakuriyo no Yodomeshi adicionados (Marco).

06/04 – Análises de Tokyo Ghoul:re, Megalo Box, Kakuriyo no Yadomeshi, Gegege no Kitarou, Mahou Shoujo Ore, Tachibana-kan to Lie Angle, Tada-kun wa Koi wo Shinai, Real Girl, Comic Girls, Uma Musume: Pretty Derby (Marcelo)

06/04 – Análises de Dance with Dragons, Gurazeni e Comic Girls adicionada.  (Marco)

06/04 – Análises de Legend of the Galatic Heroes, Mahou Shoujo Ore, Yadomeshi, Uchu Sekan, Gegege, Real Girl, Tada-kun e Megalo Box adicionada. (Sirlene)

07/04 – Análises de Juushinki Pandora, Hinamatsuri, Lostorage conflated WIXOSS, Amanchu! Advance. (Marcelo)

07/04 – Análises de Boku Hero 2, Sword Art Online Alternative, Mahou Shoujo Site. (Marco)

08/04 – Análises de Devils Line, Juushinko no Pandora, Persona 5 e Hinamatsuri. (Sirlene)

08/04 – Análises de Persona 5 e Hinamatsuri. (Marco)

09/04 – Análises de Golden Kamui, Caligula, Piano no Mori. (Sirlene)

09/04 – Análises de Golden Kamui e Cute Honey Universe. (Marco)

09/04 – Análises de Caligula, Devil’s Line, Persona 5 the Animation, Mahou Shoujo Site. (Marcelo)

12/04 – Análises de Steins Gate Zero e High School DxD 4 adicionadas. (Marco)

13/04 – Análise de Wotaku ni Koi adicionada. (Marco)

13/04 – Análise de Jikken-hin Kaizouku, Butlers, Wotaku, Steins;Gate Zero adicionada. (Sirlene)

15/04 – Análise de Dorei-ku e Souma 3 – Parte 2 adicionada. (Marco)

17/04 – Análise de Hisone to Masotan (Marco).

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